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Dicas para as crianças tomarem vacina sem escândalos.

Toda vez que os pais forem levar seus filhos, principalmente os pequenos, para tomar uma vacina, precisam prepará-los com a devida antecedência.

Assim é possível evitar que eles sintam medo excessivo, chorem e até façam birras ou escândalos no local e, ainda por cima, fiquem desconfiados e deixem de confiar nos pais. Afinal são eles que os levam para um local que lhes causará dor.

Muitas crianças lidam bem com essa situação e, dependendo do enfermeiro que está disponível para fazer a aplicação da vacina, tudo tende a dar certo e ser tranquilo.

Porém, não há como saber se o dia da vacina da criança será o dia de sorte dos pais. Nem sempre eles encontram um enfermeiro experiente e paciente. Sendo assim, o melhor é prevenir e preparar bem a criança.

No texto de hoje, separamos algumas dicas:

. Sempre deixe claro para a criança para onde ela está sendo levada. Diga se ela vai ver o pediatra para avaliar se está tudo bem ou se vai tomar uma vacina, visando deixá-la imunizada e bem forte.

. Explique para a criança para que serve a vacina. Fale que o corpinho dela vai ficar devidamente fortificado para enfrentar os “vírus malvados” que podem fazer muito mal e causar doenças.

. Trabalhe a confiança da criança, respeitando esse momento de dor e sofrimento, pois realmente as vacinas doem.

. Segure a criança no colo (se for permitido) ou dê um abraço apertado após a aplicação da vacina, parabenizando-a pela coragem.

. Peça ao enfermeiro para ser rápido na aplicação e tente distrair a criança com vídeos ou alguma brincadeira no momento exato da aplicação.

. Tente o “jogo do sério” ou outro que você considerar adequado, enquanto vocês aguardam a vacina, assim existe a chance de a criança não se desesperar momentos antes de receber a picadinha.

Agora que você já sabe o quanto é viável preparar o seu filho para esse momento difícil (apesar de extremamente necessário) e está a par das dicas de como evitar que ele seja muito negativo, não deixe de consultar a carteirinha de vacinação e ver se todas as vacinas estão em dia.

Qual a importância dos esportes para crianças?

Os esportes ajudam no desenvolvimento da criança. Na realidade, a prática esportiva é uma necessidade em todas as fases da vida e nada melhor do que iniciá-la já na infância, com o objetivo de estimular esse hábito saudável na vida dos pequenos.

Uma atividade esportiva contribui para o desenvolvimento do corpo e da mente, assim como estimula a socialização. Por ser uma atividade física organizada, o esporte melhora o desenvolvimento social, além do físico.

Sabemos que as crianças têm muita energia. Por isso, vale muito a pena direcioná-la para as atividades físicas regulares, que auxiliam no desenvolvimento cognitivo. Esse excesso de energia quando bem direcionado deixa as crianças mais focadas e, ao final do dia, proporciona qualidade no sono.

Apesar dos termos esporte e atividade física serem usados como sinônimos, há diferenças. O esporte (ou desporto) refere-se a uma atividade física organizada com regras, normalmente, praticada em grupo. Ou seja, ao praticar um esporte, a criança realizará uma atividade física, mas nem toda atividade física é considerada uma atividade desportiva.

Sendo assim, quando falamos da importância do esporte no desenvolvimento, estamos nos referindo às atividades físicas que apresentam características de competição, socialização, formação de grupos, esforço físico, habilidades motoras específicas, regras e espaços padronizados.

São quatro os desportos mais utilizados para o desenvolvimento motor infantil: handebol, futebol, vôlei e basquete. São esses que trabalham as habilidades motoras, a socialização e a cooperação.

Além desses quatro, outras atividades, como natação e as lutas (judô, karatê, esgrima etc.), contribuem para a construção musculoesquelética e a melhoria do metabolismo.

Por meio das regras e condições, as crianças aprendem a lidar com as primeiras perdas e vitórias, passam a entender melhor sentimentos como a frustração, além de desenvolver uma competitividade saudável e um relacionamento de companheirismo com parceiros e adversários.

Vale registrar, porém, que essas atividades devem ser realizadas com o auxílio de profissionais capacitados e que permitam os pais acompanharem o desenvolvimento da criança.

A prática regular de atividades esportivas também pode prevenir o estresse, problemas respiratórios, cardíacos e de coluna, principalmente porque é na infância que se desenvolve a força óssea, muscular e as capacidades motoras.

O tipo de exercício que a criança vai realizar deve ser adequado à sua idade, peso e tamanho. Antes de iniciar qualquer atividade física, um médico ou um educador físico precisa avaliar as condições da criança ou do adolescente e definir o esporte mais adequado.

É considerado interessante variar as atividades de tempos em tempos. As crianças têm curiosidade e energia imbatíveis, por isso é difícil mantê-las focadas em uma única opção por um período muito longo.

Além disso, essa variação fará com que os pequenos tenham contato com regras e aprendizados diferentes, podendo até proteger o corpo deles de repetições que possam ser prejudiciais.

Há estudiosos que sugerem a compensação, ou seja, trabalhar com dois tipos de esporte simultaneamente — como a natação e o balé, por exemplo — de forma que uma atividade desenvolva a força e a resistência respiratória, enquanto a outra trabalhe o equilíbrio, postura e ritmo.

Antes de definir o esporte que seu filho vai praticar, leve em consideração o perfil e as características particulares dele. Veja em qual das várias opções – entre as que envolvem times ou são individuais – ele deve iniciar e ser sua primeira experiência.

Aliás, incluir a criança na escolha é fundamental. Esse processo é muito importante para deixá-la familiarizada e interessada no esporte, evitando frustrações no futuro.

Tente ser criativo na hora de mostrar as opções para o seu filho e não se limite em apenas exibir vídeos. Que tal possibilitar que ele as experimente junto com você? A família toda pode aprender as regras e montar partidas para as modalidades que ele se interessar.

Hoje são tantos dispositivos eletrônicos que despertam a atenção e roubam as horas de nossas crianças que vem se tornando urgente ingressá-las no esporte como um momento de lazer e integração.

Por isso, esse tipo de atividade deve ser praticado de forma lúdica e agregadora e não só como uma solução para vencer o sedentarismo e descarregar as energias.

Escolha, junto com o seu filho, uma atividade esportiva bem legal e verá o quanto está proporcionando desenvolvimento físico e social saudável para quem você tanto ama!


Fontes:
https://blog.academia.com.br/esportes-para-criancas-que-ajudam-no-desenvolvimento/

As frutas e os vegetais devem ser introduzidos desde a infância!

O contato com as frutas, os legumes e as verduras deve começar na infância, desde quando a alimentação é introduzida na vida da criança.

É muito importante que vários tipos de frutas e vegetais façam parte do cardápio da criança. Só assim vai se habituar aos sabores, cores, texturas dessa alimentação tão rica e saudável.

Não é raro ouvir um relato de mães afirmando que seus filhos, quando bebês, comiam de tudo, porém começaram a rejeitar alguns alimentos por volta dos 2 aos 4 anos.

Isso realmente acontece por ser essa a fase em que a criança fica mais seletiva. É quando muitas começam a selecionar até mesmo a roupa ou calçado que vão usar.

Porém, quando a família oferece uma rotina alimentar saudável,  bem variada e equilibrada, dificilmente, as crianças vão desprezar as frutas, os legumes ou as verduras. Já que esses estarão sempre disponíveis, os pequenos vão desejar comer, uma hora ou outra.

Educar os filhos para se alimentarem da melhor forma possível é uma missão importante na vida dos pais! 

Vale a pena registrar também que alguns estudos mostram que é necessário fazer a criança experimentar até 20 vezes um alimento, antes de afirmar que não gosta.

Variar a forma de apresentação das frutas, legumes e verduras é uma estratégia bem interessante. Se a criança diz não gostar de beterraba ou espinafre, mas come bolinho com o vegetal, está aí outra forma de oferecer o legume e folha pra ela.

Os pais devem saber ainda que as crianças que comem frutas e vegetais correm menos riscos de aumentar o colesterol, o triglicérides e/ou desenvolver anemia. Inclusive as vitaminas e os minerais presentes nessa alimentação mais saudável aumentam a imunidade.

Mesmo sabendo da necessidade de um cardápio saudável desde cedo, os pais não devem forçar os pequenos a comer. A responsabilidade dos tutores é disponibilizar esses alimentos de forma gostosa e prazerosa.

É essencial que as crianças vivenciem uma relação positiva com a comida, assim como cresçam e se desenvolvam, com saúde e bem-estar, devido à uma alimentação equilibrada.



Fonte:
https://saude.abril.com.br/alimentacao/criancas-que-comem-mais-frutas-e-vegetais-teriam-melhor-saude-mental/

Cuidados com a saúde bucal das crianças

O hábito de cuidar da saúde dos dentes e da boca deve ser ensinado para a criança desde cedo. Assim, ela já cresce com a compreensão de que esses são cuidados fundamentais para o seu bem-estar.

Até mesmo os pais que sabem o quanto a saúde bucal infantil é importante apresentam dúvidas sobre quais cuidados são os mais apropriados.

Sendo assim, a seguir, vamos destacar os hábitos mais importantes e fáceis de serem colocados em prática.

Cada fase exige um cuidado específico

Nos seis primeiros meses de vida, os dentes de uma criança começam a nascer. Nessa fase, a criança produz mais baba, o que pode gerar irritação da pele na área ao redor da boca. Assim, é importante prestar atenção para manter o bebê seco. 

É importante lembrar que o nascimento dos primeiros dentes pode ser desconfortável para o bebê. Para aliviar a coceira e a dor, vale recorrer aos mordedores gelados ou com texturas.

Esse processo acompanha a criança até os três anos de idade, quando ela já apresentará uma dentição completa. Mas os cuidados com a saúde bucal infantil devem ser iniciados já com o surgimento dos primeiros dentes.

Na fase inicial da dentição, a higienização deve ser feita pelos pais, com o auxílio de uma dedeira de silicone ou de uma escova de dentes infantil, com cerdas muito macias. Basta usar uma pasta de dentes específica para crianças e fazer a limpeza através de movimentos suaves, simulando uma massagem leve nas gengivas.

Depois dos dois anos de idade, é importante que a criança passe a usar o creme dental com flúor para evitar as cáries. Nessa idade, também é recomendável estimular a criança a escovar os seus dentes sozinha. Mas precisará de supervisão até os pais garantirem que ela está fazendo o processo de forma correta.

Vale a pena incentivá-la com músicas, brincadeiras ou jogos de imitação e é fundamental ensinar que a higienização dental, assim como o cuidado com a saúde bucal, não se resume à escovação.


Por isso, a partir da idade correta, é importante explicar a importância do fio dental na rotina de higiene. O uso apropriado, sem agredir as gengivas, deve ser bem orientado.

A primeira visita ao dentista

Muitas crianças podem sentir medo de dentista, se a primeira visita não resultar em experiência positiva – o que prejudicaria futuros tratamentos. Por isso, a primeira visita ao consultório dentário deve ser um momento muito especial na jornada de manutenção da saúde bucal.

O ideal é acostumar a criança a ir ao consultório dentário regularmente e desde cedo, a partir de um ano de idade. É interessante estabelecer uma rotina de pelo menos uma visita por semestre.

Precisamos finalizar esse texto, registrando que tão importante quanto conscientizar a criança sobre o processo adequado de higienização é mostrar que o consumo de alimentos açucarados, sem moderação, é nocivo à sua saúde bucal. As crianças devem saber que o doce pode facilitar a proliferação de bactérias e cáries. Devem saber que precisam evitar exageros.

E aí, pais? Vamos cuidar direitinho da saúde bucal de nossas crianças? Agora, vocês já estão bem orientados e preparados para cuidar bem dos dentinhos de seus filhos.



Fonte:
https://www.primavida.com.br/o-que-voce-precisa-saber-sobre-saude-bucal-infantil/

“Para alcançarmos a criança, devemos compreender que a imaginação é um mundo”

A fala que abre esse post é do pesquisador da cultura de infância Gandhy Piorski. Segundo o maranhense, a imaginação é o que constrói a psique da criança, e pode atrofiar e causar danos como adultização precoce caso não seja estimulada já na primeira infância.

Sendo a imaginação tão necessária, Piorski destaca a importância do “nada” para o desenvolvimento dos pequenos: ele é o chão do todo, pois é rico de possibilidades e permite que a criança encontre em si mesma a extensão do mundo. Porém, ele lembra que os pais devem permitir esse “nada” às crianças ao mesmo tempo em que se fazem presentes e ativos nesse espaço aparentemente vazio. Afinal, é “a presença do pai, da mãe, do educador que assegura a confiança, o acolhimento da descoberta, o encontro dessas novas possibilidades, a investigação que a criança naturalmente quer exercer”.

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Como já comentamos em outro post, o excesso de atividades e de informação escolar, de deveres a cumprir no dia a dia pensando que a criança precisará ser bem-sucedida num tempo futuro e distante, não faz bem para o desenvolvimento delas.

“Inserimos nossas crianças num fluxo vertiginoso de modelamento social, para num futuro serem vitoriosas na geração de produtos e consumo”, afirma o pesquisador, reforçando que com isso reprimimos o que os pequenos têm de mais valioso no humano: a capacidade de imaginar, que é de onde brota a verdadeira inteligência, é o lugar onde se adubam os valores e se constrói a ética.

O excesso de estímulos

Outro ponto destacado por Gandhy é o excesso de estímulos, que também pode prejudicar o desenvolvimento da imaginação. Ele enfatiza que este é um drama civilizacional, que faz parte da forma como a humanidade escolheu viver.

Assim, ele lembra que “as crianças têm pouca escolha, pois estão à mercê dos desejos dos pais, da época em que vivem”, mas saliente que a responsabilidade de escolha é dos adultos – e não das crianças. Quando os pais mudam a forma como encaram a vida, eles podem criar melhores condições para seus filhos. E isso inclui rever modos de trabalho, o conceito de tempo, entendimentos sobre o que realmente é aprendizado, senso de vida comunitária, e tantas outras revisões que podemos fazer para viver em um mundo melhor.

Fonte: Site Lunetas 

Seis dicas de como fazer a validação emocional das crianças

Saber lidar com as emoções é uma tarefa que parece simples, mas não é. Precisamos aprender a entender que as emoções, os sentimentos, fazem parte do nosso dia a dia, que há situações que precisam ser enfrentadas.

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Com as crianças, é importante não invalidar as emoções, não desvalorizar os sentimentos ou fazer pouco caso. Segundo a psicóloga Raquel Barboza Lhullier, essa invalidação pode deixar as crianças inseguras, com a auto-estima abalada e, inclusive, causar desregulação de várias emoções.

Por outro lado, a profissional destaca que crianças validadas emocionalmente se sentem mais confiantes em si, nos outros e mais empáticas. Aprendem a se fortalecer com os desafios da vida.

 

Como fazer a validação emocional na infância

 

A criança está com raiva?

❌ – Não podes sentir raiva, que feio!

✔ – Entendo a tua raiva, mas não pode bater!

 

A criança está triste?

❌ – Engole o choro e para de bobagem!

✔- Vem cá, dá um abraço, estou aqui para ajudar!

 

A criança está ansiosa?

❌ – De novo, quando vais parar com isso?

✔- Sei como é, vamos aprender a lidar com ela? Eu te ajudo!

 

A criança está orgulhosa?

❌ – Não fez mais do que a tua obrigação!

✔- Muito bem! Parabéns pela dedicação!

 

A criança está com medo?

❌ – Que bobagem esse medo!

✔- Está com medo de dormir? Vamos te ajudar a enfrentar!

 

A criança vai tomar vacina?

❌ – Não dói nada, não faz fiasco!

✔- Pode doer um pouco, sim, mas logo passa!

 

Fonte: recomendações da psicóloga Raquel Barboza Lhullier

 

Conheça nova técnica para ajudar o bebê a pegar no sono mais fácil

Você sabia que até 67% das crianças entre 18 meses e 4 anos de idade demoram mais do que 30 minutos para pegar no sono? Pois é, essa informação, que você sente ou sentiu na pele em casa, foi destacado por pesquisadores australianos, que ainda vão além no relato: esse período pode se prolongar por mais de uma hora, sem contar os ataques de birra antes de deitar as acordadas no meio da noite.

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Esse estudo australiano, publicado no periódico Sleep Medicine, apresenta também o bed fading, método que pode ser um novo jeito de melhorar o sono dos pequenos, evitando recursos negativos que alguns pais acabam usando, na hora do desespero, como medicamentos ou punições.

Como funciona o bedtime fading?

No bedtime fading, os pais adiam um pouco o horário de deitar, fazendo com que a criança vá para na cama bem mais sonolenta. Parece simples, né? Mas o método foi testado pelos pesquisadores, que acompanharam 21 crianças com idades entre 1,5 e 4 anos durante dois anos. Os pais receberam dicas sobre os mecanismos do sono e instruções para aplicar a técnica em casa.

A dinâmica teve duas sessões de treinamento ao vivo e duas semanas de exercício em casa. Segundo os relatos dos pais, percebeu-se melhoras imediatas no descanso dos pequenos: o tempo para pegar no sono, por exemplo, que ficava entre 23 e 11 minutos, caiu para 13 e 7 minutos. Ao mesmo tempo, os episódios de birra semanais caíram de até 3 para menos de 1. E o melhor: esses benefícios se mantiveram nos dois anos após o treino que foram acompanhados pelos especialistas.

O método funciona porque, ao aumentar o tempo acordado e restringir um pouco a oportunidade de dormir, o sono vem mais fácil. Além disso, o relógio biológico da criança entre nos eixos. Michael Gradisar, psicólogo da Universidade de Flinders e autor principal do trabalho, salienta que “os pais frequentemente chegam no seu limite quando procuram profissionais para resolver distúrbios de sono, mas as soluções comportamentais tendem a ser mais eficazes do que ajuda médica”.

Como fazer o bedtime fading:

  • Escolha um horário para seu filho acordar. Ele deve ser o mesmo em todos os dias da semana;
  • Por algumas noites, atrase o horário de ir deitar em 15 minutos (se ele vai pra cama às 20h, espere até 20h15);
  • Mantenha-o acordado com atividades leves, não estimulante (como TVs e jogos eletrônicos ou brincadeiras intensas);
  • Caso ele ainda demore para dormir, reveja novamente a hora de deitar (no exemplo, ao invés de 20h15 ele deitaria às 20h30);
  • Mantenha o processo até que ele adormeça mais facilmente e durma a a noite toda. Depois, ajude o relógio biológico mantendo horários regulares para dormir e acordar.

Uma dica importante – pras crianças e pra você! – há outros fatores que ajudam a ter um descanso mais saudável e de qualidade, como não ter aparelhos eletrônicos, luzes ou barulho no quarto, não mexer no tablet antes de dormir e estabelecer um ritual do sono — vale um banho quente, um chá, o leite morno…

Fonte: Bebê Abril

5 imagens sobre a maternidade feitas por uma mãe

Sabe aquele tempinho que você tem entre uma soneca e outra do bebê? Nessa hora, Kara Western, que é mãe em tempo integral (ela mesma se define assim) do pequeno James, de dois anos, usa suas habilidades para desenhar seu dia a dia. Ela coloca no papel – e depois posta no seu perfil no Instagram – os descansos em família do fim de semana, as idas ao pediatra, a companhia constante durante o dia…

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Ela explicou, em entrevista ao Bored Panda, que “ficar em casa sendo mãe em tempo integral pode ser incrivelmente solitário” e que, por isso, desenha os momentos simples da vida pensando em se conectar com outras mães e, com isso, diminuir a solidão de todas essas mulheres.

A equipe do Bored Panda selecionou 10 ilustrações de Karen que mostram “as dores e as delícias dessa experiência”. Aqui, separamos as 5 que mais nos encantaram.

post 1_11. “James é o meu lembrete constante para permanecer presente. Eu tenho o mau hábito de ficar mexendo no celular, desperdiçando o meu tempo em vez de fazer alguma outra coisa. Quando estou nesse momento, ele vem até mim com um brinquedo e me chama ansiosamente para brincar.”

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2. “Eu não posso ser a única mãe “ruim” que não assiste coisas adequadas para a idade dos filhos. Ele possivelmente não consegue entender o que essa dragão está dizendo, certo?!”

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3. “Sempre ajudando.”

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4. “Dormindo pacificamente com um bebê quando de repente… BAM! Fui rudemente despertada.”

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5. “Nossa última visita ao pediatra parecia algo assim. Na verdade, todas as nossas consultas se parecem com isso…”

 

E aí, alguma dessas ilustrações fez você lembrar de algum momento com suas crianças? Conta pra gente nos comentários.  😉

Fonte: Bored Panda

Brigas dos pais afetam crianças a longo prazo

A vida nem sempre é um mar de rosas. Há, claros, momentos mais difíceis, que merecem toda a atenção dos pais para que decisões e posturas de hoje não afetem a vida das crianças a longo prazo. A rotina da casa impacta diretamente a saúde mental e o desenvolvimento dos pequenos e a dinâmica do relacionamento dos pais é um dos fatores que pode colaborar com o bem-estar das crianças.

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Sabemos que pequenas discussões cotidianas fazem são parte da vida e da rotina. Essas, segundo o psiquiatra Gordon Harold, têm um impacto mínimo – para não dizer nulo – nos pequenos.

Mas o que realmente afeta as crianças?

  • comportamentos exagerados, como brigas com gritos;
  • demonstrações mútuas de raiva diante dos filhos;
  • quando um cônjuge ignora o outro constantemente.

Gordon Harold, que é professor de Psicologia da Universidade de Sussex (Reino Unido) e pesquisador dos impactos de conflitos interparentais nas crianças, relata que pesquisas internacionais conduzidas ao longo de décadas analisaram comportamentos domésticos e o desempenho de crianças ao longo da vida. Entre os resultados, destaca-se a informação de que a partir dos seis meses de vida, crianças que são expostas a conflitos tendem a ter batimentos cardíacos mais acelerados e níveis mais altos de estresse, sintomas que prejudicam a formação de conexões neurais nos cérebros infantis.

Dessa forma, os estudos apontam que conflitos interparentais severos ou crônicos podem provocar consequências como interrupções no desenvolvimento cerebral, distúrbios do sono, ansiedade, depressão, indisciplina e outros problemas graves em bebês, crianças e adolescentes.

E tem mais: efeitos similares são observados em crianças expostas a brigas menos intensas, porém contínuas, em comparação com crianças cujos pais resolvem seus conflitos e negociam entre si de modo construtivo.

Por isso a qualidade do relacionamento entre os pais é um elemento central para a boa formação e desenvolvimento das crianças. E esse relacionamento não depende da união: brigas constantes entre pais que moram separados também têm esse efeito, que também não depende de vínculo sanguíneo (a questão vale para filhos biológicos ou adotivos).

Fonte: UOL Notícias

 

Turma do Peito: documentário para toda a família fala sobre a vida pós-parto

turma do peito - The Letdown

A maternidade certamente é linda, mágica, transformadora. Mas as mudanças que o “tornar-se mãe” trazem à vida da mulher merecem atenção especial, principalmente porque este momento é muito romantizado e mais difícil de viver, principamente quando a nova mãe se sente culpada por sofrer em alguns momentos. É sobre isso que fala a série “Turma do Peito” (The Letdown), criada por Sarah Scheller e Alison Bell, que protagoniza a série, produzida pelo canal australiano ABC e que pode ser assistida na Netflix.turma do peito - The Letdown

A série conta a vida de Audrey, mãe de primeira viagem de uma menina de dois meses, tenta apoio de um grupo de pais do seu bairro, do parceiro estressado pelo trabalho e até mesmo do traficante de drogas da região.

A grande questão

Entre as discussões proporcionadas pela vida de Audrey, destacam-se três questões: como é ser você e também uma nova pessoa, com novas responsabilidades? Como é lidar com os desafios reais de ser mãe e com a pressão dos julgamentos disfarçados de conselhos? é que foi parar sua antiga e confortável vida?

Ao todo são sete episódios, de cerca de 30 minutos cada, que trazem à tona a discussão sobre temas como puerpério, rede de apoio, dificuldades na amamentação, noites em claro e do impacto que um bebê causa nas relações familiares, amorosas e na vida social da família.

Para todos

A “Turma do Peito” não é uma série feita exclusivamente para mães. Na verdade, é muito importante que toda a família – incluindo pais, tios, amigos, avós, sogras e parceiros – assista, para analisar e identificar situações que mereçam um olhar diferente daqui pra frente.

Assista ao trailer e tenha uma ideia do que espera por você.

 

Fonte: Universa