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Um terço das crianças faz amigos via Internet, diz estudo

Os pais se preocupam, e com razão, com os filhos navegando pela Internet. Afinal, a rede é uma grande aliada na educação e na nossa vida, mas os perigos também são grandes, ainda mais para as crianças.

Casos de pedofilia não são raros na Internet e os pais precisam estar atentos aos seus filhos. Uma pesquisa recente mostra que um terço das crianças fazem amigos via Internet. Desse montante, quase metade das crianças partem para o encontro na vida real – e um em quatro o fazem sozinhas, de acordo com um preocupante novo estudo. As informações são do site do jornal britânico The Mirror.

Pesquisadores ouviram quase 17 mil crianças e adolescentes, na faixa etária dos sete aos 16 anos, alunos de 2.500 escolas londrinas. O levantamento mostra que mais de um terço dos alunos fizeram novos amigos online, sem tê-los conhecidos antes.

Os resultados mostram que os meninos são mais propensos a encontrarem pessoas que só viram pela internet (50%), comparados com 40% das meninas. Os jogos online foram identificados como a principal forma de conexão com estranhos, com os entrevistados os citando com frequência para a formação de novos amigos virtuas.

Boy (6-7) using tablet pc on beanbag chair --- Image by © Emma Tunbridge/Corbis

Fique atento ao que seu filho vê na Internet, principalmente, nas redes sociais

Mais de quatro em dez crianças de sete anos têm seus próprios dispositivos, enquanto que sete em cada dez crianças com dez anos também. Uma em cada quatro crianças pesquisadas disseram que seus pais não sabem o que eles fazem online.

A solução não é proibir seu filho de estar conectado, mas sim estar mais presente na sua vida online. Peça o celular e olhe de vez em quando as conversas com os amigos, pergunte a ele sobre os amigos que ele fez. A confiança e a verdade ainda são as melhores armas contra esses tipos de problemas.

 

Rede social voltada apenas para crianças chega ao Brasil

Hoje em dia a criançada quer interagir nas redes sociais e estar cada vez mais conectadas com o mundo à sua volta. Claro que os pais ficam sempre preocupados com a segurança dos pequenos na Internet, afinal, sabemos que muitas coisas acontecem nessa grande rede.

Mas surge agora no Brasil uma opção para a criançada que vai deixar os pais mais tranquilos. A rede Grom Social, exclusiva para usuários de 5 a 16 anos de idade, acaba de chegar ao Brasil. Criada pelo americano Zack Marks, de apenas 14 anos, a novidade já soma mais de um milhão de usuários pelo mundo.

O Grom Social conecta amigos e permite que eles joguem juntos online e compartilhem experiências. Todas as postagens do site são supervisionadas 24 horas por dia, todos os dias, por uma equipe treinada, composta inclusive por educadores.

A ideia surgiu depois que Zach foi proibido por seus pais de acessar o Facebook. Inconformado com a situação, o jovem decidiu criar um espaço onde pudesse interagir com outras crianças de sua idade, mas sempre tendo a família por perto acompanhando tudo.

Com uma senha própria, os responsáveis (o pai, a mãe ou um professor) acessam os perfis, além de receber um relatório mensal com a descrição das atividades realizadas online. As solicitações de amizade também precisam ser aprovadas pelos adultos.

A rede social pode ser acessada aqui.

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Bebês com apenas seis meses já usam dispositivos móveis

A gente sabe que os pequenos são pra lá de espertos e que muitos já operam aparelhos como tablets e smartphones melhor do que qualquer um de nós. Pois é que o que um estudo feito nos Estados Unidos apontou. Apresentado durante o encontro anual da Academia Americana de Pediatria (PAS, na sigla em inglês), o estudo mostra que uma a cada sete crianças com até um ano de idade fica em frente às telas por pelo menos uma hora por dia.

Vale lembrar que especialistas que participaram do evento não recomendam o uso de mídias de entretenimento – televisão, computadores, celulares e tablets – para crianças com menos de dois anos de idade.

Para descobrir a idade em que as crianças ficam expostas à primeira mídia móvel e como é o comportamento delas em relação aos dispositivos, um questionário foi entregue a 370 pais de crianças americanas com idades entre seis meses e quatro anos. Os participantes responderam perguntas sobre os tipos de aparelhos que eles têm em casa, com qual idade as crianças começam a se interessar pelos dispositivos, frequência de uso e qual a opinião e recomendação do pediatra da família.

Os resultados concluíram que os aparelhos de entretenimento são encontrados em praticamente todo os lares e entre esses, 97% possui TV, 83% tablets, 77% smarthphones e 59% têm acesso à internet.

A pesquisa surpreendeu com os números relacionados ao uso de dispositivos entre as crianças com menos de um ano de idade: 52% já assistem programas de TV, 36% já passaram pela experiência de tocar em uma tela de algum aparelho digital, 24% já fizeram ao menos uma ligação, 15% usam aplicativo e 12% jogam vídeo games.

A pesquisa também mostrou que 73% dos pais permite que seus filhos brinquem com esse tipo de dispositivo enquanto as tarefas domésticas são feitas. Além disso, 65% dos pais vê as telas como uma opção para acalmar as crianças e 29% para colocá-las para dormir.

Como é na sua casa? Lembre-se que os aparelhos devem ser usados com cuidado e com a supervisão de um adulto. Apesar de ser uma “mão na roda” na hora de acalmar e entreter a criança, o uso muito precoce desses aparelhos pode fazer mal à saúde do seu filho.

Baby plays with smartphone on bed

Qual a idade certa de seu filho ter um celular?

As crianças estão cada vez mais ligadas em tecnologia. Por isso, os pais começam a se questionar qual o momento certo de presentear o filho com um celular ou um tablete. É uma escolha difícil: de um lado a criança querendo mais um modo de diversão e de outro, os pais, cheios de dúvidas e medos.

Mas qual a idade certa de dar um aparelho de celular para a criança? Especialistas defendem que não há uma ideal para isso, mas sim, uma análise de toda a situação envolvente. Outros, no entanto, se dividem entre dar um celular em torno de 13 anos de idade e 9 e 10 anos. Mas todos concordam que cada caso precisa ser analisado com calma e os pais precisam verificar a necessidade de o pequeno possuir um aparelho.

Analise a necessidade do uso do aparelho pela criança, se é apenas pela diversão ou se ela precisa manter uma comunicação mais constante com a família, por exemplo. A maturidade da criança precisa ser levada em consideração na hora da decisão. Afinal, dar um celular a uma criança envolve responsabilidade e confiança.

De acordo com pesquisas realizadas nos Estados Unidos, o uso do celular por crianças menores de 12 anos podem trazer vários malefícios como obesidade, problemas de desenvolvimento cerebral, alterações no sono, depressão infantil, entre outros.

Levando em consideração vários fatores, a idade ideal para uma criança ganhar um aparelho celular dependerá da avaliação e decisão dos próprios pais.

Girls taking selfie in garden

Blog também é lugar de criança

Seu filho já pensou em escrever um blog? Essa pode ser uma atividade muito legal para ele desenvolver a escrita, além de interagir com outras pessoas na Internet, fazer amigos e quem sabe até ganhar o seu próprio dinheiro.

Existe uma infinidade de sites onde o seu pequeno pode criar o seu próprio diário virtual. Busque um que seja fácil para seu filho mesmo realizar as postagens (claro que você pode supervisionar de perto tudo que ele publica no blog) e também incentive o seu filhote a escrever sobre algo que ele goste como esporte, desenhos animados, cinema, enfim, um assunto que ele queira comentar com o mundo e que não desista facilmente.

Veja alguns exemplos de jovens blogueiros e inspire seu filho a criar o seu:

Saco de Batatas: Gabriel Pandini tem apenas 14 anos e mantem o blog atualizado desde 2010. Lá ele fala de esporte, mas principalmente de Fórmula 1, sua maior paixão.

Gosto sem Culpa: Isadora Guimarães, 10 anos, é apaixonada por moda, maquiagens, cinema e gastronomia. No seu blog fala de tudo um pouco, mas sem esquecer de ser criança.

Diário de Classe: Isadora Faber tem 13 anos e ficou conhecida no ano passado com a fanpage onde falava de todos os problemas vivenciados em sua escola. A menina colocou a boca no trombone e escreveu até um livro.

Girl using computer, mother supervising

As novas coisas do mundo

Este vídeo não é novo, mas é divertido. Como você viu, ele mostra a reação de um grupo de crianças a peças de tecnologia obsoleta, como um disquete e um gravador.
Inspirada neste vídeo, Luiza Diener, autora do blog Potencial Gestante, elaborou uma lista de 17 coisas que as crianças nascidas nos anos 10 (de 2010) não conhecerão. Separamos para você as mais divertidas:

– CD – com a hospedagem de arquivos em nuvem, não se duvida que em breve pendrives e HDs externos não entrem junto neste item.

– Locadoras – iTunes, Torrents, sites de downloads e de locação de filmes já estão disponíveis; por mais que muitos ainda não usem, eles serão as locadoras do futuro.

– Agentes de viagens – com a internet, esta profissão é uma de muitas que entrou na lista das “em extinção”.

– Separação casa-trabalho – o avanço da tecnologia e o fácil acesso às informações de trabalho já são uma realidade. E a tendência é esta separação deixar de existir completamente (para muitos, já deixou!).

– Relógios – mais do que nós atualmente, as crianças verão as horas no smartphone.

– Telefone sem fio – vão desaparecer, assim como os primeiros celulares, que também tinham uma base para carregar.

– Mapas de papel – prometem virar itens de museu, substituídos por GPS e Google Maps (ou outro que surja nos próximos anos).

– Classificados – Comprar um monte de jornal só para ver o que está a venda estão com os dias contados.
– Celular sem internet – assim como antes se anunciava os celulares que enviavam sms como uma grande inovação, em breve será uma piada dizer que ele possui wi-fi ou 3g: será pré-requisito.
– FAX – pdfs, scanners e e-mail já substituem esse aparelho.

– Lojas de revelação de fotos – porta retratos digitais e impressoras de alta resolução já estão substituindo as fotos em papel.

E você? O que incluiria nesta lista?