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Dicas para as crianças tomarem vacina sem escândalos.

Toda vez que os pais forem levar seus filhos, principalmente os pequenos, para tomar uma vacina, precisam prepará-los com a devida antecedência.

Assim é possível evitar que eles sintam medo excessivo, chorem e até façam birras ou escândalos no local e, ainda por cima, fiquem desconfiados e deixem de confiar nos pais. Afinal são eles que os levam para um local que lhes causará dor.

Muitas crianças lidam bem com essa situação e, dependendo do enfermeiro que está disponível para fazer a aplicação da vacina, tudo tende a dar certo e ser tranquilo.

Porém, não há como saber se o dia da vacina da criança será o dia de sorte dos pais. Nem sempre eles encontram um enfermeiro experiente e paciente. Sendo assim, o melhor é prevenir e preparar bem a criança.

No texto de hoje, separamos algumas dicas:

. Sempre deixe claro para a criança para onde ela está sendo levada. Diga se ela vai ver o pediatra para avaliar se está tudo bem ou se vai tomar uma vacina, visando deixá-la imunizada e bem forte.

. Explique para a criança para que serve a vacina. Fale que o corpinho dela vai ficar devidamente fortificado para enfrentar os “vírus malvados” que podem fazer muito mal e causar doenças.

. Trabalhe a confiança da criança, respeitando esse momento de dor e sofrimento, pois realmente as vacinas doem.

. Segure a criança no colo (se for permitido) ou dê um abraço apertado após a aplicação da vacina, parabenizando-a pela coragem.

. Peça ao enfermeiro para ser rápido na aplicação e tente distrair a criança com vídeos ou alguma brincadeira no momento exato da aplicação.

. Tente o “jogo do sério” ou outro que você considerar adequado, enquanto vocês aguardam a vacina, assim existe a chance de a criança não se desesperar momentos antes de receber a picadinha.

Agora que você já sabe o quanto é viável preparar o seu filho para esse momento difícil (apesar de extremamente necessário) e está a par das dicas de como evitar que ele seja muito negativo, não deixe de consultar a carteirinha de vacinação e ver se todas as vacinas estão em dia.

Por que é importante ensinar educação financeira para os filhos?

Muitos pais não sabem como falar sobre dinheiro com os jovens. O assunto, tão crucial para criar responsabilidade em crianças e adolescentes, precisa ser abordado cuidadosamente, de modo que as orientações surtam o efeito esperado desde cedo.

Vamos mostrar para vocês a importância de ensinar a educação financeira para os filhos e as vantagens de começar aplicá-las em casa desde cedo.

O que é e como funciona a educação financeira?

Esse assunto desperta muita dúvida nos pais, já que vivemos em uma sociedade consumista e temos como dever fazer escolhas conscientes na hora de lidar com o nosso dinheiro.



Precisamos entender que a aprendizagem está além da organização de gráficos e tabelas, ela está nos pequenos atos do cotidiano.

Para saber usar o dinheiro conscientemente, é preciso falar com leveza com os filhos — dando um cofrinho, pagando uma mesada ou, até mesmo, emplacando um jogo ou uma conversa em família.

Quando iniciar as lições de educação financeira para crianças?

A dúvida é bastante popular entre os pais e tem respostas simples, a depender primeiramente da idade do filho. Tudo isso porque há diferenças na forma como uma criança de 6 anos e um adolescente de 13 usam o dinheiro no dia a dia.

De 3 a 6 anos

Não se apavore: a educação sobre a renda deve iniciar no jardim de infância e na alfabetização, no período que vai dos 3 aos 6 anos de idade, quando as crianças começam a despertar para o valor das coisas e a necessidade das trocas ao redor delas.


Nessa etapa, os especialistas indicam que haja um estímulo visual para os pequenos verem o dinheiro aumentando. Em vez de dar mesada a eles, aposte em um frasco transparente e os incentive a completar o cofrinho com as moedas que ganharem ao longo da semana.

Exercite os pequenos também por meio de exemplos do dia a dia, especificando o valor de cada coisa e o que cabe ou não no orçamento familiar.

De 7 a 13 anos

Após os 7 anos de idade, seus filhos começam a entender melhor a relação com o dinheiro. Se, antes, a mesada não era a aposta ideal para iniciar a vida financeira deles, deve ser uma boa escolha nessa fase!

Estipule um valor mensal ou semanal para repassar aos jovens. Pense nos gastos habituais dos seus filhos e cobre deles metas – como exemplo tirar notas azuis no boletim do colégio — para ganhar uma quantia x.

Tendo o dinheiro em mãos, peça que eles administrem o valor com responsabilidade. Afinal de contas, se usarem tudo antes do tempo, não receberão nova mesada antes do prazo estabelecido.

Uma boa forma também dos seus filhos compreenderem o mundo econômico é por meio de jogos lúdicos, a exemplo do Steam Matemática da Xalingo Brinquedos.

A partir de 14 anos

Incentivando os jovens a lidar com o dinheiro desde os primeiros anos de vida, é compreensível que eles cheguem à adolescência tendo um grande senso de responsabilidade diante das finanças pessoais.

Além de receberem uma mesada, eles devem saber cuidar da própria conta no banco. Abra uma poupança ou conta corrente simples com eles para que saibam a importância da educação na conquista da liberdade financeira.

Com a saída do ensino médio e o início da graduação, apresente a eles um cartão de crédito. O benefício é uma ótima pedida para cobrar deles ainda mais jogo de cintura para não perder o limite ao fazer compras.

Quais são as boas práticas para implementar a educação financeira?

No tópico anterior, vimos como a educação financeira é de extrema importância desde cedo e pode ocorrer em diferentes fases do desenvolvimento. Quantos adultos não olham para trás e desejariam ter apreendido esses cuidados?

Para quem aprendeu como administrar as finanças, uma boa ação é ajudar as novas gerações a se tornarem mais responsáveis com o próprio dinheiro. Nem sempre é fácil, mas, aos poucos, seus filhos mostrarão que todo esforço valeu a pena.

Incentive a percepção de valores

Ensinar o funcionamento do dinheiro, na prática, é a melhor forma de mostrar às crianças a importância de ter responsabilidade com os gastos. Na ida à padaria, em um passeio, informe o valor das coisas que elas pediram e incentive-as a fazer a mesma coisa. Explique o motivo quando não for possível comprar algo e o que precisa ser feito para comprar tal produto em outro momento, como economizar ou esperar o próximo mês.

Mostre a diferença entre querer e precisar

Outra prática importante na educação financeira para crianças é ensiná-las o que é necessário e o que é um gasto extra.

Em primeiro lugar, é importante saber quando ter esse tipo de conversa com seus filhos, pois esse assunto pode soar cansativo para eles.

Que vantagens a educação financeira para crianças oferece?

Até aqui, você descobriu qual é a melhor idade para aprender educação financeira e quais são as boas práticas a adotar. Desde o senso de responsabilidade com o dinheiro até o despertar do consumo consciente.

Ao longo da educação financeira, a criança vai adquirindo algumas habilidades importantes que, quando ela se tornar uma pessoa adulta, com mais responsabilidades sobre finanças.

Organização

Entre os benefícios da educação financeira para os filhos está o desenvolver da organização pessoal com planos e gastos. A fim de não cair em dívida, é preciso saber desde cedo quanto se tem e quanto se pretende gastar.

Poupança

Outra qualidade atribuída ao saber usar o próprio dinheiro é a necessidade de poupar para conquistar seus objetivos. Desde cedo, as crianças descobrem que a renda só cresce no cofrinho quando se coloca mais uma moeda nele.

Consciência

No entanto, uma das maiores dádivas que a educação financeira pode despertar é o consumo consciente e responsável. Com tanta vontade de consumir, é preciso comprar apenas aquilo que realmente seja necessário.

Responsabilidade

Lidar com dinheiro é, sobretudo, exercitar a responsabilidade. Quando seus filhos passam a ganhar mesada, por exemplo, eles precisam de planejamento para não gastar tudo de uma vez e fazer a quantia durar até o próximo recebimento.

Autocontrole

Junto à responsabilidade, seus filhos passam a exercitar o autocontrole quando precisam administrar uma quantia.
Mesmo se fizerem escolhas ruins, isso mostrará que eles precisam se policiarem nas próximas vezes.

Autonomia

A boa gestão financeira, mesmo na juventude, possibilita que a pessoa consiga ter mais domínio de suas escolhas. Isso permite tomar decisões bem pensadas na fase adulta e não cometer erros que coloquem a situação financeira em risco.

Neste texto, você ficou por dentro de como iniciar a educação financeira para crianças, um aprendizado que começa desde cedo com o intuito de transformar a relação dos seus filhos com o dinheiro.

A partir de vários exemplos realizados em casa, os pequenos aprendem quanto custam os produtos que desejam, seja usando um cofrinho na infância, seja diante de uma conta bancária na adolescência.



Fontes:
https://exame.com/bussola/educacao-financeira-na-infancia-saiba-por-que-ela-e-tao-importante/

Qual a importância dos esportes para crianças?

Os esportes ajudam no desenvolvimento da criança. Na realidade, a prática esportiva é uma necessidade em todas as fases da vida e nada melhor do que iniciá-la já na infância, com o objetivo de estimular esse hábito saudável na vida dos pequenos.

Uma atividade esportiva contribui para o desenvolvimento do corpo e da mente, assim como estimula a socialização. Por ser uma atividade física organizada, o esporte melhora o desenvolvimento social, além do físico.

Sabemos que as crianças têm muita energia. Por isso, vale muito a pena direcioná-la para as atividades físicas regulares, que auxiliam no desenvolvimento cognitivo. Esse excesso de energia quando bem direcionado deixa as crianças mais focadas e, ao final do dia, proporciona qualidade no sono.

Apesar dos termos esporte e atividade física serem usados como sinônimos, há diferenças. O esporte (ou desporto) refere-se a uma atividade física organizada com regras, normalmente, praticada em grupo. Ou seja, ao praticar um esporte, a criança realizará uma atividade física, mas nem toda atividade física é considerada uma atividade desportiva.

Sendo assim, quando falamos da importância do esporte no desenvolvimento, estamos nos referindo às atividades físicas que apresentam características de competição, socialização, formação de grupos, esforço físico, habilidades motoras específicas, regras e espaços padronizados.

São quatro os desportos mais utilizados para o desenvolvimento motor infantil: handebol, futebol, vôlei e basquete. São esses que trabalham as habilidades motoras, a socialização e a cooperação.

Além desses quatro, outras atividades, como natação e as lutas (judô, karatê, esgrima etc.), contribuem para a construção musculoesquelética e a melhoria do metabolismo.

Por meio das regras e condições, as crianças aprendem a lidar com as primeiras perdas e vitórias, passam a entender melhor sentimentos como a frustração, além de desenvolver uma competitividade saudável e um relacionamento de companheirismo com parceiros e adversários.

Vale registrar, porém, que essas atividades devem ser realizadas com o auxílio de profissionais capacitados e que permitam os pais acompanharem o desenvolvimento da criança.

A prática regular de atividades esportivas também pode prevenir o estresse, problemas respiratórios, cardíacos e de coluna, principalmente porque é na infância que se desenvolve a força óssea, muscular e as capacidades motoras.

O tipo de exercício que a criança vai realizar deve ser adequado à sua idade, peso e tamanho. Antes de iniciar qualquer atividade física, um médico ou um educador físico precisa avaliar as condições da criança ou do adolescente e definir o esporte mais adequado.

É considerado interessante variar as atividades de tempos em tempos. As crianças têm curiosidade e energia imbatíveis, por isso é difícil mantê-las focadas em uma única opção por um período muito longo.

Além disso, essa variação fará com que os pequenos tenham contato com regras e aprendizados diferentes, podendo até proteger o corpo deles de repetições que possam ser prejudiciais.

Há estudiosos que sugerem a compensação, ou seja, trabalhar com dois tipos de esporte simultaneamente — como a natação e o balé, por exemplo — de forma que uma atividade desenvolva a força e a resistência respiratória, enquanto a outra trabalhe o equilíbrio, postura e ritmo.

Antes de definir o esporte que seu filho vai praticar, leve em consideração o perfil e as características particulares dele. Veja em qual das várias opções – entre as que envolvem times ou são individuais – ele deve iniciar e ser sua primeira experiência.

Aliás, incluir a criança na escolha é fundamental. Esse processo é muito importante para deixá-la familiarizada e interessada no esporte, evitando frustrações no futuro.

Tente ser criativo na hora de mostrar as opções para o seu filho e não se limite em apenas exibir vídeos. Que tal possibilitar que ele as experimente junto com você? A família toda pode aprender as regras e montar partidas para as modalidades que ele se interessar.

Hoje são tantos dispositivos eletrônicos que despertam a atenção e roubam as horas de nossas crianças que vem se tornando urgente ingressá-las no esporte como um momento de lazer e integração.

Por isso, esse tipo de atividade deve ser praticado de forma lúdica e agregadora e não só como uma solução para vencer o sedentarismo e descarregar as energias.

Escolha, junto com o seu filho, uma atividade esportiva bem legal e verá o quanto está proporcionando desenvolvimento físico e social saudável para quem você tanto ama!


Fontes:
https://blog.academia.com.br/esportes-para-criancas-que-ajudam-no-desenvolvimento/

As frutas e os vegetais devem ser introduzidos desde a infância!

O contato com as frutas, os legumes e as verduras deve começar na infância, desde quando a alimentação é introduzida na vida da criança.

É muito importante que vários tipos de frutas e vegetais façam parte do cardápio da criança. Só assim vai se habituar aos sabores, cores, texturas dessa alimentação tão rica e saudável.

Não é raro ouvir um relato de mães afirmando que seus filhos, quando bebês, comiam de tudo, porém começaram a rejeitar alguns alimentos por volta dos 2 aos 4 anos.

Isso realmente acontece por ser essa a fase em que a criança fica mais seletiva. É quando muitas começam a selecionar até mesmo a roupa ou calçado que vão usar.

Porém, quando a família oferece uma rotina alimentar saudável,  bem variada e equilibrada, dificilmente, as crianças vão desprezar as frutas, os legumes ou as verduras. Já que esses estarão sempre disponíveis, os pequenos vão desejar comer, uma hora ou outra.

Educar os filhos para se alimentarem da melhor forma possível é uma missão importante na vida dos pais! 

Vale a pena registrar também que alguns estudos mostram que é necessário fazer a criança experimentar até 20 vezes um alimento, antes de afirmar que não gosta.

Variar a forma de apresentação das frutas, legumes e verduras é uma estratégia bem interessante. Se a criança diz não gostar de beterraba ou espinafre, mas come bolinho com o vegetal, está aí outra forma de oferecer o legume e folha pra ela.

Os pais devem saber ainda que as crianças que comem frutas e vegetais correm menos riscos de aumentar o colesterol, o triglicérides e/ou desenvolver anemia. Inclusive as vitaminas e os minerais presentes nessa alimentação mais saudável aumentam a imunidade.

Mesmo sabendo da necessidade de um cardápio saudável desde cedo, os pais não devem forçar os pequenos a comer. A responsabilidade dos tutores é disponibilizar esses alimentos de forma gostosa e prazerosa.

É essencial que as crianças vivenciem uma relação positiva com a comida, assim como cresçam e se desenvolvam, com saúde e bem-estar, devido à uma alimentação equilibrada.



Fonte:
https://saude.abril.com.br/alimentacao/criancas-que-comem-mais-frutas-e-vegetais-teriam-melhor-saude-mental/

Geladinho de Fruta

As crianças adoram preparar uma receita e se sentirem como gente grande!

Que tal oferecer a elas receitas de geladinhos deliciosos?

A criançada ama geladinho de fruta, também conhecido como juju, sacolé ou chup chup!

Seguem três receitas bem refrescantes:


Abacaxi com hortelã

Ingredientes:

1/2 abacaxi;

450 ml de água mineral;

4 galhos de hortelã;

Açúcar a gosto.

Goiaba

Ingredientes:


Goiaba vermelha: 1 e ½;

450 ml de água mineral;

Açúcar a gosto.


Maracujá 

Ingredientes:

2 Maracujás tamanho médio; 

450 ml de água mineral;

Açúcar a gosto.


Modo de preparo: 

Separe a polpa do maracujá em uma tigelinha;
 

Pique o abacaxi e reserve em uma tigelinha;

Repita o mesmo processo com a Goiaba, e separe em outra tigelinha;

Para fazer os sucos, coloque os ingredientes de cada receita no liquidificador, bata bem e peneire, se necessário.

Coloque o suco em saquinhos verticais. Vocês vão precisar da ajuda de um funil para colocarem o suco nos saquinhos. e leve-os ao freezer por aproximadamente 8 horas. 

E lembramos que, para fazer os geladinhos, as crianças precisam ser supervisionadas por um adulto.

FONTE:


A disciplina vai além do castigo. Entenda!

Embora aplicar castigos às crianças ainda seja uma das técnicas mais eficazes de disciplina utilizada pelos pais, ele não deve ser o único recurso. Até porque, conforme as crianças crescem, o castigo se torna menos eficaz. Pensando nisto, trouxemos outras técnicas disciplinares que você pode lançar mão e que podem funcionar bem com crianças mais velhas. 

Valorize os bons comportamentos

Muitos pais ainda passam a maior parte de tempo gastando energia se concentrando nos comportamentos que não querem que os filhos tenham. Porém, focar nas boas atitudes das crianças e valorizar isto, é uma das maneiras mais simples e eficazes na educação dos pequenos. 

Preste atenção nestas pequenas ações e demonstre sua aprovação. As crianças adoram receber uma atenção extra, então aposte num elogio verbal, abraço ou palmadinha nas costas para fazer esse reforço positivo. Ao valorizar os comportamentos apropriados da criança, aumenta-se as probabilidades de elas os repetirem, para receber esta atenção carinhosa. Da mesma forma que ter um comportamento bom ignorado, pode levar a criança a se portar inadequadamente em outra oportunidade – pois assim ela receberá atenção extra, ainda que em forma de xingamento. Então, tente se concentrar nas coisas boas, não nas más.


Não espere pela perfeição

É importante os pais serem realistas e não esperarem que uma criança tenha sempre um comportamento perfeito. Esta expectativa, na verdade, gera uma tensão na criança, que provavelmente fará com que ela se comporte mal, apenas para quebrar o nervosismo.

Além disso, é importante definir o que é realmente importante para você, quais bons comportamentos são fundamentais. Se tentar se concentrar em muitas coisas de uma só vez, acabará corrigindo seu filho constantemente, e ambos ficarão tristes. 

Apresente alternativas

Quando seu filho se comportar de forma inadequada, mostre a ele alternativas a isso. Por exemplo, se ele costuma gritar quando quer algo, e você quer que ele pare, demonstre a ele como falar tranquilamente e ainda assim obter a atenção desejada. É por isso que o antigo costume de dar palmadas se mostrou ineficaz ao longo do tempo, pois ele não ensina à criança como ela deveria se portar, apenas pune, sem oferecer alternativa.

Lembre-se que disciplinar não é o mesmo que punir. Disciplina tem a ver com ensinar. Frente a isso, questione a si mesmo se os seus próprios comportamentos estão de acordo com o que vem tentando ensinar ao seu filho. Dar um bom exemplo ainda é uma das técnicas de disciplina mais efetivas de todas.

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Fonte: https://www.pampers.com.br/crianca-pequena/desenvolvimento/artigo/disciplina-da-crianca-pequena-alem-do-castigo   

Dicas para evitar enjoos em viagens com as crianças

Vai viajar com as crianças neste final de ano? Então confira estas dicas para evitar enjoos durante a viagem e garantir um passeio tranquilo para a família toda.

É comum algumas pessoas, e especialmente crianças, sentirem algum mal-estar em viagens. Estômago embrulhado, dor de cabeça e tontura são os sintomas mais relatados. E eles aparecem quando o mecanismo de equilíbrio que existe dentro do nosso ouvido interno é afetado por mudanças bruscas de movimento (seja carro, ônibus, avião ou navio), enviando mensagens ao cérebro de que algo está errado.

No entanto, é possível amenizar esses sintomas tomando algumas medidas. Confira!

1. Coloque as crianças no assento em que o movimento é menos percebido. No carro, é no meio do banco de trás e, no avião, são as poltronas da frente. Assim, o desconforto pode ser menor.

2. Ajude seu filho a se distrair, observando a paisagem. Mas oriente-o a não fixar a visão em objetos externos. Isso piora a vertigem. Lançar mão de livrinhos coloridos, predominantemente com figuras ou joguinhos físicos para distração também pode ajudar.

3. Sentir calor ou abafamento pode piorar os sintomas, enquanto que o frio ameniza o enjoo. Portanto, evite roupas pesadas e deixe o ar-condicionado ligado ou as janelas abertas.

4. Ler, desenhar ou mexer em celular ou tablete tende a piorar o enjoo para muitas crianças. Assim, proponha outras atividades, como cantar, ou brincadeiras com as mãos. 

Siga estas dicas e boa viagem!

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Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Familia/Viagem-e-Ferias/noticia/2017/12/como-evitar-os-enjoos-e-tonturas-nas-viagens.html    

Estes 3 hábitos podem ser noviços às crianças

Durante seu desenvolvimento, as crianças passam por fases difíceis e muitas vezes apresentam comportamentos que deixam os pais preocupados e podem até ser nocivos à saúde delas. Por isso, é importante que os pais fiquem atentos a alguns hábitos de seus filhos, para contornar a situação e evitar problemas no futuro.

1) Chupar dedo

É prejudicial para os dentes da criança, além do risco de causar calos, bolhas e infecções nos dedos. Para ajudar seu filho a se livrar desse hábito, tente manter as mãos dele ocupadas. Quando a criança se distrai com atividades que envolvam as mãos, a necessidade de chupar o dedo é deixada de lado e, aos poucos, ela vai perdendo o vício.

Outra possibilidade é trocar o dedo por uma chupeta, uma vez que o ato de sucção ainda é um reflexo primitivo. Como a chupeta é mais anatômica, causa menos males à boca e aos dentes da criança. 

2) Dedo no nariz

Ao cutucar o nariz com frequência, a criança pode chega a se ferir, causando lesões ou sangramentos. Para ajudar seu pequeno a perder esta mania, primeiro é necessário entender a causa. Talvez ele tenha alguma alergia que cause coceira – e precisa de tratamento médico. Ou ainda, pode ser um reflexo de ansiedade e estresse – que também requerem uma avaliação profissional.

É importante não castigar ou constranger a criança, por mais que esse hábito a incomode, pois geralmente este ato é inconsciente e ela nem percebe que está fazendo. Para ajudá-la a se conscientizar e prestar mais atenção no que faz com as mãos, experimente colocar um band-aid colorido na ponta do dedo. Pode ser uma boa alternativa.

Além disso, procure manter o nariz do seu filho sempre limpo, utilizando uma toalha ou algodão com soro fisiológico e água morna para limpar as narinas. Assim você evitar que o acúmulo de sujeira possa ser uma das causas do mau hábito.

3) Roer as unhas

O hábito de roer as unhas, além de ser uma porta de entrada para infecções bacterianas e virais, pode fazer com que elas fiquem deformadas e tornem as pontas dos dedos mais sensíveis à dor. Seu filho pode adquirir esse mau hábito por diversos motivos, como estresse, ansiedade, nervosismo, curiosidade, tédio ou até por imitação.

Para ajudar seu filho a parar de roer as unhas, tente antes descobrir a origem do problema. Paralelo a isso, ajude-o a ter consciência desse hábito e, assim como no caso do dedo o nariz, ele preste mais atenção ao que faz com as mãos. Do mesmo modo, para algumas crianças, colocar lembretes como um curativo na ponta do dedo, funcionam muito bem.

Além disso, apare sempre as unhas do seu filho, para dificultar as mordidas.

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Créditos da imagem: Pixabay (Licença Free)

Fonte: Just Real Moms


Veja como a sustentabilidade pode ser ensinada às crianças

A conscientização das crianças sobre a natureza e o meio ambiente deve começar em casa. E isso pode ser ensinado de formas divertidas, tornando-se parte da rotina diária delas.

 

Existe uma série de atividades e brincadeiras que estimulam a consciência ecológica nas crianças. E nada melhor do que envolvê-las desde pequenas em atitudes sustentáveis, para que se tornem hábitos em sua vida adulta. Vale conversar com elas sobre a destruição do planeta, as consequências do consumo excessivo, a alta produção de lixo, os desperdícios de água e alimentos, entre outros temas. Mas isso pode ser feito por meio de atividades e, claro, dando o exemplo em casa. Confira algumas possibilidades:

 

1) Fazer uma pequena horta em casa

Ensinar e envolver as crianças no ato de plantar faz com que elas entendam a procedência dos alimentos e todo o processo que envolve até eles chegarem à mesa. Elas devem aprender a colher apenas aquilo que vão comer, evitando o desperdício. Aproveite para buscar receitas que utilizem os alimentos em sua integridade – cascas, folhas, etc. Além de reforçar a questão do aproveitamento total dos alimentos, ainda ajuda a ampliar o paladar e a ingestão de nutrientes dos pequenos.

 

2) Criar brinquedos com sucata

Um ótimo jeito de incentivar a reciclagem e ainda gerar muita diversão para as crianças é criar brinquedos a partir de embalagens que seriam descartadas. Reúna caixinhas, lata, saquinhos, tampinhas, garrafas pet, fitas e toda a sorte de sucatas para que as crianças soltem a imaginação criando diversos jogos e brinquedos. As possibilidades são praticamente infinitas, basta usar a criatividade e a imaginação.

 

3) Confeccionar objetos com sucata

Além de criar brinquedos, as sucatas reunidas também podem servir para criar objetos decorativos para a casa. Existem muitos tutoriais na internet com ideias fáceis e resultados lindos para você fazer com as crianças. Elas vão adorar ver suas ‘obras’ dando um toque especial à decoração da casa. Use a criatividade!

 

 

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Fonte:
http://www.disneybabble.com.br/br/ecologia-e-meio-ambiente/sustentabilidade-de-forma-divertida

 

“Para alcançarmos a criança, devemos compreender que a imaginação é um mundo”

A fala que abre esse post é do pesquisador da cultura de infância Gandhy Piorski. Segundo o maranhense, a imaginação é o que constrói a psique da criança, e pode atrofiar e causar danos como adultização precoce caso não seja estimulada já na primeira infância.

Sendo a imaginação tão necessária, Piorski destaca a importância do “nada” para o desenvolvimento dos pequenos: ele é o chão do todo, pois é rico de possibilidades e permite que a criança encontre em si mesma a extensão do mundo. Porém, ele lembra que os pais devem permitir esse “nada” às crianças ao mesmo tempo em que se fazem presentes e ativos nesse espaço aparentemente vazio. Afinal, é “a presença do pai, da mãe, do educador que assegura a confiança, o acolhimento da descoberta, o encontro dessas novas possibilidades, a investigação que a criança naturalmente quer exercer”.

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Como já comentamos em outro post, o excesso de atividades e de informação escolar, de deveres a cumprir no dia a dia pensando que a criança precisará ser bem-sucedida num tempo futuro e distante, não faz bem para o desenvolvimento delas.

“Inserimos nossas crianças num fluxo vertiginoso de modelamento social, para num futuro serem vitoriosas na geração de produtos e consumo”, afirma o pesquisador, reforçando que com isso reprimimos o que os pequenos têm de mais valioso no humano: a capacidade de imaginar, que é de onde brota a verdadeira inteligência, é o lugar onde se adubam os valores e se constrói a ética.

O excesso de estímulos

Outro ponto destacado por Gandhy é o excesso de estímulos, que também pode prejudicar o desenvolvimento da imaginação. Ele enfatiza que este é um drama civilizacional, que faz parte da forma como a humanidade escolheu viver.

Assim, ele lembra que “as crianças têm pouca escolha, pois estão à mercê dos desejos dos pais, da época em que vivem”, mas saliente que a responsabilidade de escolha é dos adultos – e não das crianças. Quando os pais mudam a forma como encaram a vida, eles podem criar melhores condições para seus filhos. E isso inclui rever modos de trabalho, o conceito de tempo, entendimentos sobre o que realmente é aprendizado, senso de vida comunitária, e tantas outras revisões que podemos fazer para viver em um mundo melhor.

Fonte: Site Lunetas