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3 dicas para mães de primeira viagem

É mãe de primeira viagem? Então estas 3 dicas são importantes para você. Confira!

 

1) Roupinhas para dormir

 

Durante o sono, os bebês se viram, podendo ficar descobertos e, consequentemente, com frio. Por isso, mais importante do que cobri-lo bem, é colocar uma roupa quentinha para ele dormir. Assim, se ele se descobrir, não ficará com frio. Macacõezinhos são ótimos para proteger o seu bebê. E, claro, sempre leve em consideração a temperatura da noite, para que ele não acabe ficando com calor e acorde suado, que também pode ser prejudicial.

 

2) Atenção redobrada na hora do banho

 

A temperatura indicada para o banho dos bebês é entre 36 e 37 graus. Se não dispuser de um termômetro específico para isso, você pode fazer o teste mergulhando seu antebraço na água. Quando for colocar o bebê, comece pelos pezinhos dele e observe sua reação, se ele parece confortável com a temperatura da água. Nos primeiros meses de vida, os banhos do bebê não devem ser muito longos. Procure não acrescentar mais água – nem quente, nem fria – durante o banho, enquanto o pequeno estiver na banheira. E, quando for secá-lo, lembre-se de cada dobrinha e também entre os dedinhos.

 

3) Escolha uma boa fralda

 

Escolher uma boa fralda é fundamental para que seu bebê fique sequinho e não tenha problema com vazamentos. Algumas marcas possuem indicador de umidade, para ajudar mamães e papais a saber que está na hora de trocar. Durante a noite, uma fralda que permanece sequinha pode ajudar seu bebê a dormir melhor, além de evitar assaduras e outras preocupações para os pais.

 

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Fonte:
http://www.justrealmoms.com.br/5-cuidados-que-passam-despercebidos-mas-que-devemos-ter-com-nossos-bebes/

 

Saiba porque a presença paterna é tão importante no pós-parto

Presença do pai, no pós-parto, diminui em 26% o diagnóstico de ansiedade das mães. Entenda!

 

O pós-parto é sempre um momento delicado para toda mãe. Após um grande período gerando uma nova vida, o corpo começa a se recuperar. Só que não há tempo para se recuperar. Até pelo contrário: os primeiros dias são de aprendizado constante para mãe e filho. O bebê exige atenção 24 horas e, nessa fase, dia e noite se confundem. Nesse momento, o pai é fundamental.

 

Pesquisa

Sabendo disso, pesquisadores suecos resolveram medir o impacto da presença paterna na saúde das mães nesses primeiros dias de vida do bebê. O novo estudo da Universidade de Stanford revelou o quão transformador  é ter um parceiro em casa.

 

O trabalho de pesquisa foi baseado em uma lei aprovada em 2012 na Suécia, que permite aos pais tirar até 30 dias de licença a seu próprio critério, nos doze meses após o nascimento do bebê. E, desde então, encorajar os pais a tirar dias de folga, conforme necessário, tem feito uma enorme diferença para a saúde das mães.

 

Por exemplo, os pesquisadores descobriram que nos primeiros seis meses após a chegada de um bebê, houve uma redução de 26% nos diagnósticos de ansiedade, quando comparadas às mães que deram à luz pouco antes de a lei entrar em vigor. Além disso, houve uma redução de 14% nas hospitalizações ou visitas a especialistas em saúde e uma redução de 11% na prescrição de antibióticos para essas mulheres.

 

Mas por que a presença é tão importante?

 

Os pesquisadores examinaram meticulosamente os registros de nascimentos e médicos e concluíram que os pais suecos estavam usando a licença quando suas parceiras mais precisavam de apoio ou para procurar assistência médica. Também é sugerido que ter um pai por perto significa que as mães podem ter tomado medidas preventivas para evitar o mal estar — como descansar o suficiente ou receber tratamento precoce para não ficarem gravemente doentes.

 

Para uma das pesquisadoras, Maya Rossin-Slater, o foco deve ser menos no que se pode fazer no hospital, imediatamente após o parto, e mais no ambiente doméstico, onde a grande maioria das mulheres passa a maior parte do seu tempo no pós-parto. “O que estamos dizendo é que um componente importante desse ambiente doméstico é a presença do pai ou de outro cuidador adulto”, afirmou.

 

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Fonte:
https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Pos-parto/noticia/2019/06/pos-parto-presenca-do-pai-diminui-em-26-o-diagnostico-de-ansiedade-das-maes.html

 

É mãe de primeira viagem? Então vai gostar destas dicas

Nós sabemos: a vida de mãe é muito especial. Mas a vida de mãe de primeira viagem, além de especial, pode trazer diversos medos e receios. Mas fique calma: nós podemos te ajudar em algumas coisas.

 

Ter um bebê é, sem dúvida, a melhor sensação do mundo. Mas essa fase também exige cuidados triplos. E para te ajudar a ser uma mãe de primeira viagem mais cuidadosa, siga estas 3 dicas que trazemos a você:

 

1) Bebê x dormir


Pode até parecer estranho, mas um bebê cansado nem sempre é sinônimo de um bebê dormindo. Na verdade, uma criança excessivamente cansada tende a ficar irritadiça e difícil de se acalmar. O segredo é buscar sinais de que seu bebê está cansado e colocá-lo no berço antes que ele fique excessivamente sonolento.

 

Preste atenção a punhos cerrados, bocejos, esfregação de olhos, movimentos bruscos ou puxadas na orelha. Quando o seu bebê estiver alguns meses mais velho, ele provavelmente começará a aprender a se autoacalmar, o que tornará mais fácil para ele ir dormir sozinho.

 

2) Bebês x germes

 

Mesmo que alguma exposição a germes no início fortaleça o sistema imunológico de seu filho, é bom ter cuidados para ele não ficar doente. Pratique o controle inteligente de germes, insistindo para que qualquer pessoa que segurar o seu bebê lave as mãos antes.

 

Além disso, mantenha amigos e familiares doentes a uma distância do comprimento do braço e desinfete sua casa regularmente.

 

3) Técnicas para acalmar o bebê

 

Os bebês são todos diferentes e gostam de coisas diferentes, mas uma massagem suave pode ser uma maneira eficaz de acalmar o seu bebê e confortá-lo quando ele estiver nervoso. Tente aquecer um pouco de loção em sua mão e, começando na testa dele, trabalhe para baixo ao longo nariz, bochechas e queixo, terminando no pescoço dele. Outra maneira de acalmar o seu bebê novo é mantê-lo perto em um pano porta-bebê, enquanto você faz as coisas da casa.

 

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Fonte:
https://www.pampers.com.br/recem-nascido/dicas/artigo/3-dicas-para-toda-mamae-de-primeira-viagem

 

Ser mãe após os 35 anos: quais os riscos e benefícios?

Algumas mulheres podem não estar preparadas para uma gravidez tardia. Outras, no entanto, preferem esperar um pouco mais e planejar a gravidez para depois dos 30 anos. Mas será que existem riscos em uma gestação após os 35 anos de idade?

Pesquisas mostram que é crescente o número de pessoas que têm filhos após os 35 anos. Nos Estados Unidos, a cada 1.000 mulheres entre 35 e 39 anos, 11 delas deram à luz pela primeira vez em 2012 – em 1973, eram somente 1,4 nascimentos nessa faixa etária. Entre 40 e 44, o índice quadriplicou: saltou de 0,5 para 2,3, entre 1985 e 2012.  Aqui no Brasil, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 9,18% dos bebês que nasceram em 2003 são filhos de mulheres com mais de 35 anos. Em 2012, a taxa foi maior: 11,32%.

Mas, quais os ricos?
O principal é o envelhecimento dos óvulos. A mulher já nasce com todas as células no ovário. Só que com o tempo, elas envelhecem. Consequentemente, há um aumento progressivo de embriões que se formam com alterações genéticas, como síndrome de Down.

Outro fator que pode prejudicar a gestação é a maior chance de desenvolver diabetes e hipertensão – que podem ocasionar o parto prematuro. Manter uma alimentação correta, praticar exercícios físicos liberados pelo médico, não fumar nem tomar bebida alcóolica são importantes para uma gestação tranquila.

Quando a gravidez é resultado de fertilização assistida, as normas do procedimento devem ser respeitadas: em mulheres acima de 35 anos, só podem ser implantados até 3 embriões, e após os 40 anos, até 4.

E os benefícios?
Engravidar mais tarde não é o ideal, do ponto de vista biológico – entre 18 e 35 anos, o organismo da mulher está mais preparado para a gestação. Por outro lado, após essa idade, a grávida tende a estar em um emprego estável, com salário mais alto, tem maturidade emocional para lidar com a criança e já formou um núcleo familiar sólido.

Woman Looking at Baby Blanket

1 – Incômodos comuns no final da gestação

Estar grávida é uma felicidade. Saber que dentro de alguns meses uma nova vida irá começar, que a sua vida irá mudar totalmente por causa deste pequeno ser. Mas a proximidade do parto pode trazer alguns desconfortos para a futura mamãe. É comum algumas mulheres reclamarem de inchaço nos pés, dor nas costas e dificuldade de dormir nos últimos meses de gestação.

Confira alguns destes problemas e de que forma você pode amenizar o desconforto e aproveitar sua gravidez até a última semana sem nenhum problema!

Inchaço nos pés: O crescimento do útero comprime os vasos sanguíneos e congestiona o retorno da circulação dos membros inferiores para o coração, levando a uma dilatação do sistema vascular periférico. Isso faz com que pernas e pés fiquem inchados. No final da gravidez, esse processo atinge seu auge. Para diminuir os edemas, é importante caminhar, ativando a panturrilha e garantindo o bombeamento do sangue. O controle do peso é igualmente recomendável, assim como o uso de meias elásticas, que estimulam a circulação.

Dores nas costas: São inevitáveis e crônicas. À medida que o momento do parto se aproxima, o bebê começa a se encaixar na arcada estrutural da região pélvica e força uma abertura na ligação entre os ossos. A única forma de amenizar a dor é preparar melhor o corpo para essa situação. Como? Dando a ele mais flexibilidade, o que significa fazer fisioterapia e atividades como hidroginástica e mesmo ioga e pilates.

Dificuldade para dormir: O barrigão atrapalha o sono e a gestante acaba perdendo um tempo precioso de descanso, principalmente quando aguarda filhos gêmeos. A primeira dica dos especialistas é dormir sempre de lado, com um travesseiro entre os joelhos e a barriga bem apoiada na cama, de preferência virada para o lado esquerdo, o que facilita o bombeamento do sangue do coração da mãe para a placenta, evitando o estresse do bebê. Apoiar um travesseiro nas costas também pode melhorar o incômodo. Mas, se ele prosseguir, vale a pena adquirir um travesseiro triangular, em forma de rampa, que apoia a mulher desde o dorso até a cabeça. Ele melhora a sensação de falta de posição.

Azia: O crescimento do volume da placenta eleva o músculo do diafragma e diminui a capacidade de reserva do estômago. Paralelamente, as alterações hormonais da gravidez provocam o relaxamento da válvula que controla a passagem de alimentos entre o esôfago e o estômago. O resultado é o aumento do refluxo do conteúdo estomacal para o esôfago, a famigerada azia. Para evitar essa queimação, a principal dica é comer menos e com mais frequência, o que significa pelo menos seis vezes por dia. É recomendável ainda mastigar muito bem os alimentos, evitar misturar líquido enquanto come e nunca deitar após as refeições.

Câimbras: A ação hormonal e a compressão do sistema vascular por onde retorna o sangue das partes baixas favorecem o surgimento das câimbras, principalmente pela manhã. Além de meias elásticas, os exercícios físicos melhoram o fluxo de sangue.

Falta de ar: Além do estômago, o aumento do tamanho do bebê também comprime o pulmão e reduz a capacidade respiratória da mulher, o que pode levar a eventuais crises de falta de ar. No final da gravidez, o segredo é coordenar a respiração diante de esforços maiores, inspirando e expirando com mais frequência e menos profundidade. Treinos de respiração em aulas de ioga, meditação e similares também podem ser muito proveitosos.

Prisão de ventre: É um problema que acompanha a mulher principalmente na reta final da gestação. A descarga hormonal deixa o intestino preguiçoso por causa do relaxamento muscular, o que desfavorece o chamado movimento peristáltico. O resultado é que as fezes demoram mais até chegarem a seu destino e acabam se ressecando, o que caracteriza a prisão de ventre. O segredo para evitá-la é ingerir bastante líquido e alimentos ricos em fibras.

Incontinência urinária: No final da gravidez, o útero invade parte do espaço da bexiga e diminui sua capacidade de armazenamento de urina. Resultado: a mulher tende a ir mais frequentemente ao banheiro e, muitas vezes, nem consegue segurar. Em geral, é um problema que costuma sumir semanas após o parto. Uma dica para prevenir é fazer fisioterapia, que fortalece os músculos pélvicos, sob a orientação de uma especialista.

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Confira alguns erros que os pais de primeira viagem cometem

A máxima “Ninguém nasce sabendo” é a mais pura verdade. E na maternidade/paternidade não é diferente.

Pais de primeira viagem sentem muito medo nos primeiros meses do bebê. Mas saiba que este é um problema mais normal do que se imagina. Afinal, sempre fica aquela dúvida se o bebê está alimentado, se está com frio, o que precisa ainda ser feito para ele parar de chorar.

Separamos alguns dos erros mais comuns feitos pelos pais de primeira viagem. Vale a pena olhar com atenção e cuidar para não cair em nenhum deles. Mesmo que você seja um pai já experiente!

1. Não se cuidar
Não é só a criança que precisa de cuidados, você também precisa. Sabemos que nos primeiros meses do bebê fica difícil separar momentos para você relaxar, tirar uma soneca fora de hora ou se entregar a uma gostosa hidromassagem. Mas não existe motivo para relaxar na alimentação. Se você não deixaria o pequeno almoçar salgadinho com refrigerante, por que está comendo isso? Um pouco de exercício também é fácil de encaixar na rotina. Impossível ir à academia? Então, ponha o pequeno no carrinho e dê uma volta pela praça ou parque mais próximo de casa. A mudança de ares vai ser boa para ambos!

2. Enfeitar demais o berço
Cuide com muitas pelúcias, cobertor, manta, protetores e almofada para posicionar o filhote. O mesmo vale para móbiles e outros brinquedos. Mas cuidado, o excesso de objetos à vista é superestimulante e impede o bebê de relaxar. Sem falar no risco de sufocamento que os adornos de berço representam. O ideal é contar com um ambiente calmo, de pouca luminosidade e bem arejado para o bebê dormir.

3 – Achar que todo choro é fome
Nem sempre que o seu filho chorar é porque ele está com fome. O choro pode indicar outras coisas como cansaço, com calor, etc. A menos que seja a hora da mamada, faça um esforço para identificar outras causas possíveis. Verifique fralda, veja se o corpinho está frio ou quente demais, procure distraí-lo com uma voltinha pela casa ou, inversamente, deite o em um ambiente tranquilo. No começo é complicado, mas logo você será capaz de diferenciar o choro do seu filhote.

4 – Deixar o pai de lado
Estimule o pai a participar da rotina do filho. Peça ajuda e delegue responsabilidades para ele. Seu marido pode se encarregar de trocar fralda, dar banho, vestir o pequeno, levá-lo para passear ou ao pediatra. Mas lembre-se, é preciso se dispor a abrir mão do controle da situação.

5 – Viver comparando
Em uma sociedade competitiva como a nossa, a conversa com outras mães na saída do berçário ou durante o banho de sol na praça muitas vezes se transforma em uma disputa sobre qual filho é mais esperto. No final do papo, você pode ficar cheia de dúvidas sobre o desenvolvimento do seu bebê. Lembre que mães e avós às vezes usam lentes de aumento para descrever o progresso da criança. Outro motivo para evitar comparações é o fato de que cada bebê é único, e os marcos gerais de desenvolvimento colocam limites bem elásticos para a aquisição das diferentes habilidades.

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Como conviver com os enjoos da gravidez

Os sinais de que você está grávida podem mudar de mulher para mulher. Mas a maioria reclama que nas primeiras semanas de gestação o grande vilão é mesmo o enjoo.

Para se ter uma ideia, cerca de 70% das mulheres sofrem com esse problema no primeiro trimestre da gestação, principalmente no segundo e no terceiro mês. Infelizmente não existe uma receita infalível que acabe com esse desconforto, mas algumas dicas podem ajudar, e muito, a diminuir o incômodo.

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– Prefira refeições leves e regulares. Nada de comer muito em uma refeição e ficar horas e horas sem ingerir nada.
– Evite comidas muito gordurosas
– Nem sonhe em ficar sem o café da manhã. O estômago vazio piora ainda mais o enjoo.
– Beba muita água durante todo o dia
– Experimente ingerir alimentos de grande teor proteico ou de grande teor de carboidratos como amendoins, nozes, barras de cereal. Estes alimentos ajudam a absorver o excesso de ácido estomacal e o açúcar no sangue, que pode levar ao enjoo
– Mantenha uma toalha úmida ao lado da cama para colocar na testa ou sobre os olhos quando se sentir indisposta
– Faça exercícios, principalmente ao ar livre
– Experimente tratamentos alternativos como a acupuntura.