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3 filmes para seu filho entender o que é crescer

Confira estas 3 dicas de filmes que podem ajudar seu filho a compreender os altos e baixos de crescer na infância.

1) Toy Story 3 (2010)

No terceiro longa de um dos maiores sucessos da Pixar, o menino Andy vai para a faculdade. Tristes com sua ausência, Woody, Buzz Lightyear e os outros brinquedos vão parar por engano em uma creche.

2) Christopher Robin – Um reencontro inesquecível (2018)

Já adulto, Christopher esqueceu o prazer de curtir a vida, em meio a tantos compromissos. Mas seus amigos de infância, o Ursinho Pooh e sua turma, estão lá para ajudá-lo.

3) Boyhood – Da infância à juventude (2014)

O longa levou 12 anos para ser filmado, o que permite ao público acompanharo crescimento real de Mason (vivido por Ellar Coltrane). Mostra que uma vida comum – e todos os seu cliclos – dão um lindo filme.

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Fonte: https://revistacrescer.globo.com/Diversao/Filmes-e-TV/noticia/2019/11/3-filmes-sobre-os-altos-e-baixos-de-crescer.html

“Para alcançarmos a criança, devemos compreender que a imaginação é um mundo”

A fala que abre esse post é do pesquisador da cultura de infância Gandhy Piorski. Segundo o maranhense, a imaginação é o que constrói a psique da criança, e pode atrofiar e causar danos como adultização precoce caso não seja estimulada já na primeira infância.

Sendo a imaginação tão necessária, Piorski destaca a importância do “nada” para o desenvolvimento dos pequenos: ele é o chão do todo, pois é rico de possibilidades e permite que a criança encontre em si mesma a extensão do mundo. Porém, ele lembra que os pais devem permitir esse “nada” às crianças ao mesmo tempo em que se fazem presentes e ativos nesse espaço aparentemente vazio. Afinal, é “a presença do pai, da mãe, do educador que assegura a confiança, o acolhimento da descoberta, o encontro dessas novas possibilidades, a investigação que a criança naturalmente quer exercer”.

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Como já comentamos em outro post, o excesso de atividades e de informação escolar, de deveres a cumprir no dia a dia pensando que a criança precisará ser bem-sucedida num tempo futuro e distante, não faz bem para o desenvolvimento delas.

“Inserimos nossas crianças num fluxo vertiginoso de modelamento social, para num futuro serem vitoriosas na geração de produtos e consumo”, afirma o pesquisador, reforçando que com isso reprimimos o que os pequenos têm de mais valioso no humano: a capacidade de imaginar, que é de onde brota a verdadeira inteligência, é o lugar onde se adubam os valores e se constrói a ética.

O excesso de estímulos

Outro ponto destacado por Gandhy é o excesso de estímulos, que também pode prejudicar o desenvolvimento da imaginação. Ele enfatiza que este é um drama civilizacional, que faz parte da forma como a humanidade escolheu viver.

Assim, ele lembra que “as crianças têm pouca escolha, pois estão à mercê dos desejos dos pais, da época em que vivem”, mas saliente que a responsabilidade de escolha é dos adultos – e não das crianças. Quando os pais mudam a forma como encaram a vida, eles podem criar melhores condições para seus filhos. E isso inclui rever modos de trabalho, o conceito de tempo, entendimentos sobre o que realmente é aprendizado, senso de vida comunitária, e tantas outras revisões que podemos fazer para viver em um mundo melhor.

Fonte: Site Lunetas 

Unicórnios existem? Na imaginação, sim, e por isso podem ser bem reais!

Nós, adultos, sabemos que unicórnios não existem. Mas termos consciência disso não nos impede de achar essa figura mitológica uma fofura, a ponto de desejarmos ter um unicórnio em casa. Se nós somos assim, imaginativos, imagine as crianças! A imaginação infantil permite às crianças irem “ao infinito e além”, como diz o personagem aquele ;-), especialmente quando são estimuladas.

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Mas como os unicórnios entram nessa conversa? Bem, um dos elementos que auxiliam no desenvolvimento são os contos de fadas: ouvir e contar histórias que não são necessariamente reais ajuda na socialização em grupo, na percepção de mundo e a desenvolver a imaginação e a autonomia.

Os contos de fadas também ajudam no desenvolvimento da identidade da criança: por eles ela ensaia seus papéis na sociedade, adaptando-se a situações reais e colocando-se dentro da história. As histórias, mesmo que sejam fantasiosas, desencadeiam ideias, opiniões, sentimentos e criatividade.

Desde bebê, as crianças são estimuladas a criar e a imaginar, em brincadeiras como faz-de-contas, contação de histórias. Como elas não sabem diferenciar, os pais precisam, conforme a criança cresce, enfatizar o que é real e o que é história inventada: o que é mundo das princesas e dos super-heróis ou o que é a vida de verdade dos pequenos.

Mas, independente dessa consciência do que é real ou não, os pais podem incentivar a criatividade, fazendo com que os pequenos construam suas histórias irreais, de faz-de-conta. Ou seja, manter viva a chama da inventividade que os unicórnios trazem em seu voo sobre as nossas mentes criativas. 😀

 

Fonte: My School

Alimentação com amor

Existe uma frase muito popular que diz que “cozinhar é um modo de amar os outros”. E, de fato, nossa relação com a alimentação passa também pelo carinho. Nosso primeiro alimento não poderia ser uma dose maior de afeto, vindo diretamente da mãe. Conforme crescemos, vamos conhecendo outros alimentos, sabores, aromas e texturas. Mas qual adulto não se pega às vezes recordando alguma saudosa iguaria da infância?

 

Nossa memória gustativa tem o poder de nos colocar num túnel do tempo e fazer lembrar de sabores e aromas das comidas da infância. Pode ser um prato que era preparado pela mãe, ou aquele doce que só a vovó sabia fazer. E, claro, para além do paladar e olfato, essas lembranças vem cheias de beleza e carinho.

 

Por isso, mais do que oferecer uma alimentação de qualidade e equilibrada aos seus filhos, criando bons hábitos alimentares, lembre-se também de apresentar às crianças alimentos e criar momentos gostosos que poderão ser lembrados na idade adulta.

 

A neurociência já comprovou que o paladar e o olfato têm poder de resgatar o passado. Pode ser um cheirinho de bolo saindo do forno, uma xícara de chá num dia frio, o aroma do alho refogando, uma tarde de bagunça na cozinha fazendo biscoitos… Qualquer uma dessas memórias consegue nos transportar para a infância, fazendo lembrar dos pratos que mais adorávamos e, se não por seu sabor ou valor nutritivo, mas por seu valor afetivo, valem à pena apresentar às crianças.

 

Que tal buscar em sua memória aqueles momentos deliciosos da infância e tentar oferecer essas experiências tão ricas em alimento e afeto para seus filhos, sobrinhos, netos?

 

 

 

Fonte: Catraquinha

Dia de voltar a ser criança

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O Dia das Crianças está chegando. Que tal aproveitar esse clima gostoso de primavera e planejar algumas atividades ao ar livre para divertir a criançada? Melhor ainda, busque a criança dentro de você brinque junto, relembrando algumas brincadeiras de antigamente.

 

Confira estas ideias de atividades que selecionamos para lhe inspirar!

 

Pular corda

Pular corda é uma atividade divertida e que não exige muita estrutura ou materiais. Basta pegar uma corda e escolher um espaço livre. Resgate as canções que cantava na infância e ensine às crianças e pule junto. Além de divertido, é um ótimo exercício para todos!

 

Skate, patins e patinete

Para crianças maiores, vale apostar no skate, patins ou patinetes. A garotada adora e os pais também podem entrar na brincadeira. Lembre-se de usar capacete e proteção nos cotovelos e joelhos. 😉

 

Amarelinha

Mais uma brincadeira clássica da infância, que muitos pais vão adorar dividir com os pequenos. Muitas crianças das novas gerações podem nunca ter visto aquele desenho numerado no chão. Mas pode apostar que rapidinho elas vão se animar – ainda mais vendo o pai, a mãe ou a tia pulando para chegar ao céu.

 

Peteca

Jogar peteca é outra brincadeira que grande parte da nova geração pode não conhecer. Ela exige apenas uma peteca e espaço suficiente para separar os competidores. Convide os amigos das crianças e seus pais para se divertirem com vocês.

 

Gostou dessas ideias? Existem várias outras brincadeiras para resgatar e ensinar às crianças, como pega-pega, queimada… Relembre sua infância e aproveite o dia 12 de outubro para voltar a ser um pouco criança também!

 

 

Fonte: Globo Esporte

As mães e o Começo da Vida

“Quando você dá atenção ao começo da história, ela pode mudar por inteiro”. Esta é a ideia que inspirou o documentário O Começo da Vida, com estreia prevista para o dia 5 de maio nos cinemas brasileiros. A escolha da data de lançamento, tão próxima ao Dia das Mães, não foi mera coincidência. Como a mãe é a primeira fonte de amor e carinho e também o primeiro vínculo da criança com o mundo, ela é sempre um personagem de destaque na história dos filhos.

 

 

O filme aborda justamente a importância dos vínculos que a criança estabelece durante a primeira infância e como isso pode influênciar no seu desenvolvimento. Fazendo uma análise aprofundada e um retrato apaixonado sobre os primeiros mil dias de um recém-nascido, especialistas entrevistados no documentário afirmam que o ingrediente mais importante para a formação de um cérebro saudável na infância é o carinho. Por isso, os adultos devem se esforçar ao máximo para oferecer o seu melhor nos seis primeiros anos de vida da criança, expressando o amor através de interação, conversas, canções, colo, sorrisos e abraços. Isso é fundamental para a criança crescer segura e saudável, fortalecendo sua estrutura cerebral e emocional para a vida adulta.

Por mais que a mãe não seja a única responsável pelo desenvolvimento, pois a figura paterna é indispensável, é natural que a criança tenha um vínculo maior com a mãe. É ela quem oferece o primeiro alimento e, muitas vezes, quem passa mais tempo cuidando do pequeno. E essa ligação se inicia durante a gestação, período em que os registros emocionais da criança já começam a acontecer. Sim, os bebês começam a aprender desde que estão no útero materno. Daí a importância de uma gestação tranquila, pois as emoções da mãe são transmitidas também ao bebê, podendo influenciar no desenvolvimento dele para toda a vida.

A criança aprende durante seus primeiros 60 meses, mais que aprenderá em toda a sua vida. As experiências que ela vivencia na mais tenra infância, ou ainda na gestação, ficarão registradas, ainda que nem sempre de forma consciente, e podem repercutir em sua vida adulta. Por isso, cuidar do desenvolvimento dos pequenos é cuidar dos adultos que eles virão a ser. Mesmo que, para as mães, os filhos sejam sempre suas eternas crianças.

Assista e encante-se com o trailer do filme “O começo da vida”:

 

 

21 de março, dia de lembrar da nossa infância

Todos nós já fomos crianças um dia. E nada melhor do que ter uma data para lembrar daquele tempo bom que não volta mais.

Dia 21 de março é oficialmente o Dia Mundial da Infância. Instituído pela Unicef a data serve para que possamos recordar os momentos bons do passado, mas também para avaliarmos o futuro das nossas crianças.

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Os primeiros anos de vida de uma criança são fundamentais para o seu desenvolvimento e terão um impacto importante na situação social, psicológica e econômica dela no futuro.

Durante a infância, a criança precisa ser estimulada brincando, cantando e falando, além de receber atendimento em saúde, educação e apoio afetivo da sua família e de serviços públicos competentes.

Cabe a nós, pais e adultos, zelarmos pelos nossos pequenos para que eles cresçam adultos responsáveis, felizes e com sonhos e planos.

Mas hoje também é dia de lembrar. E que tal relembrar os momentos bons da sua infância com o seu filhote?

Assista ao vídeo e conte para ele o que você gostava quando tinha a sua idade!

Concurso cultural homenageia as crianças

Está no ar o novo concurso cultural da Xalingo Brinquedos destinado às crianças. “Por que é bom ser criança” tem como objetivo ajudar a Xalingo, que em 2012 completou 65 anos, a entender a relação das crianças com a infância.

Para participar, basta acessar o hotsite aqui, preencher o formulário, fazer o upload de um desenho e responder, em até 300 caracteres, “por que é bom ser criança?”. O envio de frases vai até 20 de novembro.

Serão selecionados dez participantes, que ganharão automaticamente um kit de produtos Xalingo. Seus desenhos e frases entram em votação online de 28 de novembro a 12 de dezembro. O mais votado ganhará, além do kit, um prêmio especial.

Sem medo de ir ao dentista

O barulho incômodo dos aparelhos, a poltrona que vai reclinando, a máscara, a mangueirinha no canto da boca, tudo parece um castelo assombrado para as crianças na primeira ida ao dentista. O berreiro – geralmente inevitável – ensurdece e preocupa: como fazer seu filho entender a necessidade daquele momento?

Primeiro é importante lembrar que quanto mais cedo a primeira visita ao dentista, melhor. Se desde cedo a criança estiver acostumadas com os procedimentos e a rotina, vai achar mais confortável  as próximas vezes. Confira algumas dicas para o dentista não ser o bicho papão do seu filho:

– Não espere cair os dentes de leite da criança, vá ainda na formação dos primeiros;

– Alguns consultórios utilizam a anestesia computadorizada, que é menos dolorida e assustadora. A agulha é bem fina e diminui o incômodo;

– Crie um mundo específico para “brincar” com a ida ao dentista. Vista uma fantasia na criança, diga que a visita é algo muito especial e mágico, e faça com que ela se interesse pelo que vai acontecer;

– Existem profissionais que fazem uso da Ludoterapia para atender as crianças: distribuição de pequenos brindes, incentivos e ainda, ensinar o que faz cada aparelho e como funcionam os procedimentos de maneira divertida e informativa;

– Vista sua criança com roupas mais confortáveis, evitando blusas justas no pescoço e colarinhos apertados, deixe seu filho bem à vontade;

– Acompanhe as primeiras consultas. O medo do desconhecido é o que fala mais alto e com a sua companhia, as crianças sentem-se seguras. Transmita confiança e amparo e participe das primeiras etapas, mas depois tente “soltar a mão”: a presença contínua pode dar espaço a manhas e também tira a sensação de independência.

Excesso de TV e computador prejudicam a coluna das crianças

O cotidiano das crianças mudou. Ao invés das tradicionais brincadeiras de rua, cada vez mais os pequenos ficam dentro de casa, jogando videogame ou sentados em frente ao computador. É claro que estas atividades trazem benefícios às crianças, mas o excesso pode causar problemas de saúde – especialmente na coluna, responsável pela sustentação do corpo e pelos movimentos.

Uma pesquisa norte-americana apontou que garotos americanos entre oito e 18 anos ficam cerca de sete horas e meia por dia em frente a aparelhos eletrônicos. Este excesso de tempo pode causar falhas na coordenação motora, além de problemas graves de coluna. Nesta faixa etária, a maturação óssea exige boa postura e exercícios físicos, o que ajuda a evitar deformidades.

Em entrevista ao site ZeroHora.Com, o médico Marcelo Peroco alerta que a postura incorreta leva a criança a uma inversão na coluna deixando-a em situação de risco – pode ocorrer um deslocamento em situações de pouco impacto e movimento. Sentados, acumulamos maior carga na coluna. Por isso, recomenda-se que, tanto crianças quanto adultos, levantem-se e façam movimentos a cada uma hora que ficarem sentados.

O médico também aponta outros problemas físicos que antes eram comuns somente em adultos, mas que vem sendo diagnosticados também em crianças, como a tendinite e a hérnia de discos. Entre as principais causas destacam-se o sedentarismo precoce e a má postura.

Para evitar dores e problemas mais graves precocemente, sugere-se aos pais limitar o tempo que a criança pode ficar sentada em frente à TV ou computador e reserve esses momentos quando não for possível desenvolver uma atividade aeróbica fora de casa. Os pais devem incentivar a criança a brincar e se divertir com atividades externas, como pedalar, correr, praticar um esporte.