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Seu filho é inquieto e faz muito barulho? Entenda o que pode ser

O seu filho está sempre inquieto e fazendo barulho? Fique tranquila. Entenda!

Se o seu filho não fica parado, brinca e faz muito barulho, pode ser… que ele é muito feliz. Crianças que expressam suas emoções sem medo, são mais felizes.

Claro que na vida há momentos bons e ruins, mas na maioria das vezes uma criança que é ativa, é uma criança saudável, que está se desenvolvendo, que está descobrindo a si mesma e seu ambiente.

Os barulhos começam desde pequenos, mas se intensificam aos 3 anos, quando os pequenos começam a buscar independência e descobrem que são indivíduos. Com o passar dos anos seus ruídos vão mudando, mas sempre existem: elas falam sozinhas, cantam, assobiam e emitem sons. E isso as ajuda a liberar a tensão e a expressar o que sentem.

Mas também há barulhos que nos dizem que algo não está certo: quando estão nervosos, quando não se concentram em nada e quando são impulsivos. Eles podem estar apenas tentando chamar a atenção. Porém, em alguns casos, pode ser um distúrbio de hiperatividade.

É muito importante observar o seu filho, reconhecer se o seu comportamento é normal e se faz parte do seu dia a dia ou se algo está acontecendo de uma forma diferente.

Algumas crianças são mais barulhentas do que outras, algumas são geralmente mais quietas, mas geralmente, quando há crianças, há barulho, e isso significa apenas que estão bem.

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Fonte: https://www.curiosidadesdaterra.com/2019/04/criancas-felizes-sao-inquietas-e-fazem.html

Você vai adorar essas dicas de como criar seu filho pra ser muito feliz

Em estudo, que analisou mais de 70 mil crianças ao longo de 70 anos, foram detectadas três atitudes básicas que os pais devem tomar para criar filhos felizes.

Esse estudo começou em 1946 e, na época, os cientistas queriam saber como era ter um bebê para uma mulher e acabaram registrando quase todos os nascidos na Inglaterra, Escócia e no País de Gales em uma semana. O estudo foi tão bem-sucedido que os pesquisadores fizeram de novo, registrando o nascimento de milhares de bebês em 1958, 1970, no início dos anos 1990 e novamente na virada do milênio.

 

Depois disso, a cada ano, os cientistas colhiam mais informações sobre todas essas pessoas. Ao todo, foram mais de 70 mil crianças. Esses estudos são chamados de “cortes de nascimentos britânicos” e contaram com a participação de diversas entidades, como o Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha e o Centro de Estudos Longitudinais da Universidade de Londres.

 

Os dados se tornaram valiosos para os cientistas, gerando mais de 6 mil trabalhos acadêmicos e livros. A partir disso, foi possível explorar como as histórias de saúde, finanças, educação, família e emprego estão interligadas, variam entre elas e afetam os resultados e as realizações mais tarde na vida.

 

As 3 atitudes a se tomar

Entre milhares de outras coisas, o estudo revelou, por exemplo, que ser um bom pai, depende, basicamente, de três atitudes simples:

 

  1. Ser interessado e participativo

Segundo as pesquisas, crianças com pais realmente interessados e com ambição para o futuro, tinham maior probabilidade de escapar de um começo difícil. Ou seja, pais comprometidos e interessados ​​nos primeiros anos de vida estavam fortemente ligados à crianças que se saíam bem na escola mais tarde. Segundo os pesquisadores, ser “interessado” inclui, por exemplo, conversar e ouvir uma criança, responder calorosamente, ensinar letras e números, levá-las em viagens e passeios.

 

  1. Criar uma rotina do sono

Os pesquisadores observaram as rotinas de dormir de cerca de 10 mil crianças nascidas na virada do milênio. Eles concluíram que as que iam para a cama em horários diferentes durante a semana eram mais propensas a ter problemas de comportamento. Já aquelas que tinham uma rotina do sono estável mostraram uma melhora no comportamento.

 

  1. Ler para a criança

Ler para as crianças todos os dias parece ser muito importante também. Os dados mostraram que os filhos cujos pais liam para eles diariamente quando tinham entre 5 e 10 anos, eram mais propensos a se sair melhor escola, e não apenas em testes de leitura, mas de ortografia e matemática. Além disso, crianças com pais que demonstravam interesse pela educação, tinham uma probabilidade significativamente menor de estar na pobreza aos 30 anos.

 

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Fonte:  https://revistacrescer.globo.com/Familia/noticia/2018/12/3-atitudes-simples-para-criar-filhos-felizes-de-acordo-com-ciencia.html

Seu filho é feliz?

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Uma criança feliz não é uma criança mimada. O pequeno deve saber onde estão seus limites e o que pode e o que não pode fazer. Uma criança que se sente amada, que demonstra alegria em seu ambiente familiar, que consegue diferenciar as limitações da sua vida e as aceita, é uma criança plena. E ela crescerá mais responsável e consciente de si mesma e do que está acontecendo ao seu redor.

 

Quando falamos de criança feliz, é importante não confundir o conceito de que devemos dar tudo a ela e de que ela tem que conseguir tudo quando quiser para não se frustrar. A frustração, por mais que não gostemos dela, é uma parte da vida, e o seu filho sofrerá com ela mais cedo ou mais tarde. No entanto, uma criança feliz e bem criada terá as ferramentas necessárias para superar qualquer fase ou trauma.

 

Existem características que definem uma criança feliz? Não são regras, mas fortes indícios e sinais que você pode observar e entender como se manifestam no comportamento do seu filho e como se refletem na vida dele.

 

Uma criança feliz é mais positiva. Toda criança feliz tem uma visão da vida muito mais positiva, vendo primeiro as soluções e depois os problemas.

 

A criança feliz é mais receptiva. Uma criança que tem uma relação saudável com seus pais será mais receptiva ao amor, à comunicação com os outros e aos ensinamentos que receber ao longo da vida.

 

Uma criança feliz aprende mais. Por ser mais receptiva, a criança feliz também é mais permeável aos ensinamentos e conhecimentos, compreendendo melhor os exemplos e prestando mais atenção.

 

A criança feliz distingue prioridades. Uma criança que vive em um ambiente feliz aprende a distinguir suas prioridades. Ela entende o valor das coisas e respeita isso.

 

Uma criança feliz tem melhor caráter. Toda criança que vive feliz em seu ambiente familiar desenvolve um bom caráter, pois tem mais facilidade para interiorizar os conceitos de justiça e honestidade, além de virtudes como empatia, generosidade e a humildade.

 

 

Fonte: Portal Raízes