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Sabe aquela briguinha de casal? Pode ter consequências nos filhos

Estudo britânico revela que os conflitos que acontecem antes mesmo do nascimento dos filhos, podem ajudar a explicar os problemas comportamentais como birras, inquietação e mal-estar aos 2 anos de idade.

 

Você e seu companheiro estão lutando para ter um bom relacionamento com o seu pequeno? Pois, a explicação para tanta rebeldia pode estar lá atrás, antes mesmo dele nascer.

 

Uma nova pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, em conjunto com as Universidades de Birmingham, Nova York e Leiden, sugere que os conflitos entre casais durante a gravidez podem influenciar o comportamento das crianças.

 

O estudo, publicado há poucos dias pela revista Development & Psychopathology, baseou-se nas experiências de 438 mães e pais de primeira viagem. Esses pais foram recrutados no leste da Inglaterra, no estado de Nova York e na Holanda. Usando questionários padronizados e entrevistas pessoais, as mães e os pais relataram seus sintomas de ansiedade e depressão no terceiro trimestre da gravidez e quando o filho tinha 4, 14 e 24 meses de idade. Em cada uma dessas visitas, os pais também preencheram medidas padronizadas de questionários sobre a qualidade do relacionamento com os pais e as emoções e o comportamento das crianças.

 

Os pesquisadores sugeriram que o bem-estar pré-natal das mães de primeira viagem teve um impacto direto no comportamento de seus filhos aos 2 anos. As mães que sofreram de estresse e ansiedade eram mais propensas a ver seus filhos apresentarem problemas comportamentais como birras, inquietação e mal-estar, além de  problemas emocionais, como os sentimentos de ansiedade, infelicidade ou ficando mais chorosas, assustadas ou apegadas aos pais diante de uma situação nova.

 

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Fonte:
https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Vida-de-gravida/noticia/2019/08/brigas-de-casal-na-gravidez-podem-gerar-problemas-comportamentais-nas-criancas-diz-pesquisa.html

Este estudo traz uma informação importante sobre conflitos. Saiba!

Os conflitos fazem parte da vida de todo casal. Mas, se depois da chegada dos filhos, você tem se esforçado para fingir que eles não existem, pode respirar com alívio. Saiba que presenciar alguns conflitos, além de saudável, faz bem para as crianças. Achou estranho? A ciência explica.

 

Você já deve ter dito ou escutado aquela frase típica “na frente deles, não”. Pois, saiba que na frente deles, às vezes, pode sim. Mas, claro, com algumas ressalvas. Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, realizaram um estudo com a participação de 109 mães ou pais com seus filhos em San Francisco. A amostra foi dividida quase igualmente entre mães e pais, pois os cientistas também queriam ver se havia diferenças nos resultados entre os gêneros.

 

Primeiro, os pesquisadores deram aos pais uma tarefa estressante: falar em público com feedback negativo fornecido pelo público. Em seguida, os pais receberam uma atividade de Lego para montar com seus filhos. Alguns foram instruídos a reprimir suas emoções e outros foram orientados a agir naturalmente. No entanto, as crianças de 7 a 11 anos receberam as instruções em papel, mas não puderam tocar nos Legos. Os pais tiveram de montar o projeto, mas foram impedidos de ver as instruções. Isso os forçou a trabalharem juntos para ter sucesso.

 

Tanto o pai quanto a criança também estavam ligados a diversos sensores para medir a freqüência cardíaca e os níveis de estresse. Depois de observar todas as interações, marcar cada instância de calor, orientação e outras emoções, os autores combinaram os dados. “Estávamos interessados ​​em comportamentos”, disse Sara Waters, professora assistente do Departamento de Desenvolvimento Humano. “Nós olhamos como os pais forneceram orientação para as crianças”, diz.

 

Na frente das crianças, sim!

 

Com os dados em mãos, os cientistas descobriram que o ato de tentar suprimir o estresse tornou os pais menos positivos durante a tarefa. “Eles ofereceram menos orientação, mas não foram apenas os pais que responderam. Essas crianças eram menos receptivas e positivas com seus pais. É quase como se os pais estivessem transmitindo essas emoções”, explica.

 

“As crianças são boas em captar sinais sutis das emoções”, disse ela. “Se elas sentem que algo negativo aconteceu, e os pais estão agindo normalmente e não estão lidando com isso, é confuso para elas. Essas são duas mensagens conflitantes sendo enviadas”, diz. Ou seja, os pesquisadores sugerem que, em vez de suprimir as emoções na frente dos filhos, os adultos deixem que eles presenciem um conflito saudável do começo ao fim. “Deixe-os ver toda a trajetória. Isso ajuda as crianças a aprenderem a regular suas próprias emoções e resolver problemas. Elas veem que os problemas podem ser resolvidos. É melhor deixar as crianças saberem que você está com raiva e diga a elas o que você vai fazer para melhorar a situação”, orienta. Mas atenção: os pesquisadores alertam que um “conflito saudável” é aquele sem ofensas violentas, gritos ou xingamentos.

 

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Fonte:  https://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2018/12/brigar-na-frente-dos-filhos-de-vez-em-quando-pode-ser-bom-pra-eles.html